http://www2.pucpr.br/reol/index.php/DIALOGO?dd1=766&dd99=view
e depois clique em [pdf]

Turma 1001 Turma 1002 Turma 1003 Turma 1004
Turma 2001 Turma 2002 Turma 2003 Turma 2004
Turma 3001 Turma 3002 Turma 3003 Turma 3004
Aos alunos e seus responsáveis: Dúvidas sobre os conteúdos de teatro ou sobre os procedimentos nas aulas, entre em contato comigo, deixando recado na postagem, na escola ou pelo e-mail lindomarteatrocejll@gmail.com
Lisístrata: a guerra do sexo é uma das peças de Aristófanes antibélicas. Um dos motivos de sua criação foi a irritação de Aristófanes com a guerra que enfraquecia Atenas e Esparta, bem como com a morte inútil de muitos homens. Ele mostra em sua obra um protesto irreverente, abusando do deboche e da licenciosidade. A ação da comédia, bastante conhecida, desenvolve-se a partir de um plano idealizado por Lisístrata, personagem central, para acabar com as desgraças da Grécia. Ela simplesmente convence as mulheres de Atenas e de Esparta a não mais dormirem com seus maridos, a menos que assinem um tratado de paz. A situação evidentemente gera desdobramentos cômicos, que Aristófanes explora com inegável competência. Vale mencionar, por exemplo, a excitação de algumas mulheres que não suportam o jejum e tentam furar a greve, ou ainda a cena que Mirrina alimenta aos poucos a excitação do marido Cinésia e o abandona quando estão prestes a consumar o ato sexual. Um dos pontos altos da peça, no entanto, esta na carregada preciosidade das cenas e dos diálogos em que os homens surgem com os falos eretos, desesperados com a incômoda situação. Seguramente não há, na literatura teatral, peça em que os senhores das guerras de todos os tempos tenham sido satirizados de maneira mais contundente.
Lisístrata, na verdade é uma sátira de cunho político, inspirada pelo profundo pessimismo deste importante comediógrafo grego, em relação as instituições e ao próprio ser humano. Em termos mais precisos Aristófanes desencantou-se principalmente com a deteriorização de Atenas, com a corrupção que corroeu a democracia grega após a morte de Péricles e com as atitudes de políticos inescrupulosos. 
Trecho do espetáculo teatral ÉDIPO, dirigido por Luciano Alabarse. Material captado em 14 de junho de 2008, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre. Gravado por Daniel Jainechine. CORO: Rafael Mentges, Thales de Oliveira, Fabrizio Gorziza, Daniel Bacchieri, Eduardo Steinmetz, Fernando Zugno, Lê Souza e Tito Ravaglia. Mais informações sobre o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=yW53ETQJk98
Seis personagens à procura de autor é uma das peças mais conhecidas de Luigi Pirandello(1867-1936). Escrita em 1921, relata um ensaio de teatro . O ensaio é invadido por seis personagens que, rejeitadas por seu criador, tentam convencer o diretor da companhia a encenar suas vidas.
No início, o diretor fica perturbado por ter seu ensaio interrompido, mas aos poucos começa a interessar-se pela situação inusitada que se apresenta diante de seus olhos. As personagens o convidam a encenar suas vidas, mostrando que mereciam ter uma chance. Com isso, acabam convencendo-o a tornar-se autor.
As discussões entre as personagens e o diretor compõem uma análise filosófica do teatro . Assim, o peso da peça divide-se entre a narrativa em si, e os aspectos paratextuais, que ganham a cena.
Diretor e personagens discutindo constroem também uma querela de formas de fazer teatro . As personagens, tentando mostrar ao diretor que suas vidas são reais, em relação ao palco, e ele defendendo a relatividade do que está sobre o palco, toma como parâmetro a vida "real". A peça entra, assim, em um outro aspecto: torna-se um estudo metalingüístico do teatro, a arte discutindo a si mesma. A forma de representação proposta pelo diretor não é aceita pelas personagens. Não querem ser representadas pelos atores da companhia. Afinal, como alguém poderia representar melhor a vida de uma personagem do que ela própria?
"Texto da peça"
Há neste texto de Pirandello, diferentes temáticas para discussões aprofundadas no cotidiano escolar, como a existência humana, as relações de poder, a instituição familiar, entre outros assuntos que podem ser percebidos no subtexto da peça. Contando, ainda, com a abordagem de diversos elementos estéticos da linguagem teatral, que possibilitam tratar com os alunos, conteúdos específicos das Artes Cênicas. Um texto bastante atual.
Fonte: http://bit.ly/bYYPdPUma equipe de físicos britânicos conseguiu dar vários nós em feixes de luz, em uma experiência inédita relatada em artigo na revista científica Nature Physics. Neste estudo, a equipe desenhou hologramas usando a teoria dos nós. E com esses hologramas, conseguiram criar nós em vórtices ópticos.
O brasileiro é acomodado, malandro.
Não tem educação. Não sabe votar.
Tem memória curta.
É alienado. Aceita tudo passivamente.
É fácil manipular o brasileiro.
Um povo que não reage.
Não vai para a rua lutar por alguma coisa.
Não tem amor ao país.
O brasileiro pensa primeiro em si
e depois no próximo.
Não tem solidariedade.
Só quer saber de futebol e carnaval.
Gosta de levar vantagem em tudo
e acha que para tudo tem um jeitinho.
Adora uma bagunça.
O brasileiro é preguiçoso, irresponsável,
manemolente, não gosta de trabalhar.
Tem inveja do sucesso dos outros.
Respeita a lei desde que a lei não lhe atrapalhe.
Tem complexo de vira-latas.
Gostar de sofrer.
Ri da própria desgraça.
O brasileiro não aprende.
Não muda e não faz nada para mudar.
Não se choca. Não se mobiliza.
Não tem jeito.
DISCORDA DE TUDO ISSO?
PARTICIPE!
SEJAMOS DOIS GRITANDO.