APRENDIZAGEM COLABORATIVA ou COOPERATIVA

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Colaboração                                              Cooperação
De acordo com Panitz (1996): “A colaboração é uma filosofia de interação e um estilo de vida pessoal, enquanto que a cooperação é uma estrutura de interação projetada para facilitar a realização de um objetivo ou produto final.” Assim, a Aprendizagem Colaborativa é uma filosofia de ensino, não apenas uma técnica de sala de aula. Nas palavras de Panitz (1996): Em todas as situações onde pessoas formam grupos, a Aprendizagem Colaborativa sugere uma maneira de lidar com as pessoas que respeita e destaca as habilidades e contribuições individuais de cada membro do grupo. Existe um compartilhamento de autoridade e a aceitação de responsabilidades entre os membros do grupo, nas ações do grupo. A premissa subjacente da aprendizagem colaborativa está baseada na construção de consenso por meio da cooperação entre os membros do grupo, contrapondo-se à idéia de competição, na qual alguns indivíduos são melhores que outros. Os praticantes da Aprendizagem Colaborativa aplicam essa filosofia na sala de aula, nas reuniões de comitê, com grupos comunitários, dentro de suas famílias e geralmente como um modo de viver e lidar com outras pessoas (p. 1). Em contrapartida, a cooperação apresenta-se como um conjunto de técnicas e processos que grupos de indivíduos aplicam para a concretização de um objetivo final ou a realização de uma tarefa específica. É um processo mais direcionado do que o processo de colaboração e mais controlado pelo professor. Portanto, pode-se afirmar, de maneira geral, que o processo de cooperação é mais centrado no professor e controlado por ele, enquanto que na colaboração o aluno possui um papel mais ativo.

Para ler o artigo na integra dos autores Patrícia Lupion Torres, Paulo R. Alcântara e Esrom Adriano Freitas Irala, entre no link:
http://www2.pucpr.br/reol/index.php/DIALOGO?dd1=766&dd99=view
e depois clique em [pdf]
PANITZ, T. A definition of collaborative vs cooperative learning. Disponível em: http://www.lgu.ac.uk/deliberations/collab.learning/panitz2.html Acesso em: 14 dez. 2003.

Teatro interativo

No contexto do mundo contemporâneo, onde as tecnologias de comunicação se desenvolvem cada vez mais, era uma questão de tempo para a arte absorver estas inovações e criar novas possibilidades dentro da linguagem teatral. O espetáculo “What´s wrong with my world?”, é uma peça teatral, onde atores e palcos são unidos via internet “streaming” (transmissão via Web).

As propostas de Brecht (distanciamento) e Boal (Coringa) vem ganhando aliados na promoção de estéticas interativas, onde o espectador passa a interferir na cena. E mais, ao se avançar com o uso dos recursos digitais na montagem teatral, os tempos e espaços dramáticos se esgarçam e passam a favorecer o "simulacro da simulação", que se alinham com a realidade contemporãnea.

        Experiências em Teatro Interativo:
--Espetáculo 'Cherrybone'
--A série de montagens teatrais Play On Earth

Teatro no NAVE/CEJLL - 2010

Disciplina
TEATRO
"Ninguém poderá jamais aperfeiçoar-se, se não tiver o mundo
como mestre. A experiência se adquire na prática."
William Shakespeare
Espaço para os alunos do NAVE acessarem os conteúdos específicos de teatro trabalhados nas aulas durante o ano letivo de 2010.

Turma 1001 Turma 1002 Turma 1003 Turma 1004

Turma 2001 Turma 2002 Turma 2003 Turma 2004

Turma 3001 Turma 3002 Turma 3003 Turma 3004

Aos alunos e seus responsáveis: Dúvidas sobre os conteúdos de teatro ou sobre os procedimentos nas aulas, entre em contato comigo, deixando recado na postagem, na escola ou pelo e-mail lindomarteatrocejll@gmail.com

Lisístrata: A Guerra do Sexo

Aristófanes
Gênio da comédia grega


Lisístrata: a guerra do sexo é uma das peças de Aristófanes antibélicas. Um dos motivos de sua criação foi a irritação de Aristófanes com a guerra que enfraquecia Atenas e Esparta, bem como com a morte inútil de muitos homens. Ele mostra em sua obra um protesto irreverente, abusando do deboche e da licenciosidade. A ação da comédia, bastante conhecida, desenvolve-se a partir de um plano idealizado por Lisístrata, personagem central, para acabar com as desgraças da Grécia. Ela simplesmente convence as mulheres de Atenas e de Esparta a não mais dormirem com seus maridos, a menos que assinem um tratado de paz. A situação evidentemente gera desdobramentos cômicos, que Aristófanes explora com inegável competência. Vale mencionar, por exemplo, a excitação de algumas mulheres que não suportam o jejum e tentam furar a greve, ou ainda a cena que Mirrina alimenta aos poucos a excitação do marido Cinésia e o abandona quando estão prestes a consumar o ato sexual. Um dos pontos altos da peça, no entanto, esta na carregada preciosidade das cenas e dos diálogos em que os homens surgem com os falos eretos, desesperados com a incômoda situação. Seguramente não há, na literatura teatral, peça em que os senhores das guerras de todos os tempos tenham sido satirizados de maneira mais contundente.
Lisístrata, na verdade é uma sátira de cunho político, inspirada pelo profundo pessimismo deste importante comediógrafo grego, em relação as instituições e ao próprio ser humano. Em termos mais precisos Aristófanes desencantou-se principalmente com a deteriorização de Atenas, com a corrupção que corroeu a democracia grega após a morte de Péricles e com as atitudes de políticos inescrupulosos.

Fonte: FARIA, João Roberto. O teatro na estante. São Paulo: Atelier Editorial, 1998.

Estética Videoclipe

Ousadia

A televisão é o maior veículo de comunicação audiovisual das classes populares, e esse tipo de mídia possui uma linguagem específica capaz de constituir novos discursos, conteúdos e estéticas. Assim vem sendo desde a década de oitenta com a MTV.
A emissora da música, a MTV, nasceu nos EUA no dia 1° de agosto de 1981, sendo o Video "Killed the radio star”, da banda The Buggles (Inglaterra), o primeiro videoclipe exibido. Ironia ou não, este vídeo clipe argumenta sobre a decadência de um cantor de rádio devido o aparecimento da televisão.
A revolucionária proposta da MTV veio proporcionar aos jovens apreciar o visual dos seus ídolos, influenciando gerações, fazendo surgir uma estética própria, que até hoje está contida nos mais diferentes segmentos da sociedade.
Muitos atletas e celebridades têm suas imagens projetadas pela MTV, mas foram cantores como Madonna e Michael Jackson, que alcançaram status de ícones da música pop pela emissora. A polêmica performance de “Like a virgin”, de Madonna, em 1984, e o seu beijo, latinamente acalorado, com Britney Spears, em 2003, também marcaram história pela MTV.
No Brasil, a MTV possui características bem local, incorporando inclusive formatos de programas De uma grade específica da “TV aberta”. Mas alguns momentos fugiram à regra da mesmice dos programas caretões, bem à “estética MTV”, quando presenciamos a apresentação de piores videoclipes, com Marcos Mion, os beijos Gay, no “Fica Comigo”, os improvisos de “Quinta Categoria”, dentre outros bem interessantes.
O que é VideoClipe?
O videoclipe caracteriza-se por seu diferencial na forma e no conteúdo, com mixagem de diferentes linguagens, passando pela narrativa clássica do cinema, pela animação e pela linguagem do videogame. A utilização de música eletrônica, inteira ou fragmentada, é própria desta estética. A sua montagem costuma abusar de cortes sucessivos e inserção de imagens estáticas, às vezes sobrepostas, e diversos grafismos. O efeito de “colagem” de planos, quando transferidos de um a outro, provocam o efeito de (des) continuidade na seqüência de imagens.

ÉDIPO - A célebre tragédia de Sófocles

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Autoflagelo de Édipo

Você sabe a resposta do enigma lançado pela Esfinge a Édipo? Tente decifrar.
"Qual o animal que pela manhã anda sobre quatro pés, ao meio dia sobre dois e à noite sobre três?"
Se não consegue? Descubra lendo o resumo desta linda e emocionante tragédia de Sófocles, do século V aC. É só clicar AQUI

Trecho do espetáculo teatral ÉDIPO, dirigido por Luciano Alabarse. Material captado em 14 de junho de 2008, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre. Gravado por Daniel Jainechine. CORO: Rafael Mentges, Thales de Oliveira, Fabrizio Gorziza, Daniel Bacchieri, Eduardo Steinmetz, Fernando Zugno, Lê Souza e Tito Ravaglia. Mais informações sobre o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=yW53ETQJk98

Luigi Pirandello na Escola

Seis personagens à procura de autor é uma das peças mais conhecidas de Luigi Pirandello(1867-1936). Escrita em 1921, relata um ensaio de teatro . O ensaio é invadido por seis personagens que, rejeitadas por seu criador, tentam convencer o diretor da companhia a encenar suas vidas.
No início, o diretor fica perturbado por ter seu ensaio interrompido, mas aos poucos começa a interessar-se pela situação inusitada que se apresenta diante de seus olhos. As personagens o convidam a encenar suas vidas, mostrando que mereciam ter uma chance. Com isso, acabam convencendo-o a tornar-se autor.
As discussões entre as personagens e o diretor compõem uma análise filosófica do teatro . Assim, o peso da peça divide-se entre a narrativa em si, e os aspectos paratextuais, que ganham a cena.
Diretor e personagens discutindo constroem também uma querela de formas de fazer teatro . As personagens, tentando mostrar ao diretor que suas vidas são reais, em relação ao palco, e ele defendendo a relatividade do que está sobre o palco, toma como parâmetro a vida "real". A peça entra, assim, em um outro aspecto: torna-se um estudo metalingüístico do teatro, a arte discutindo a si mesma. A forma de representação proposta pelo diretor não é aceita pelas personagens. Não querem ser representadas pelos atores da companhia. Afinal, como alguém poderia representar melhor a vida de uma personagem do que ela própria?
"Texto da peça"

Há neste texto de Pirandello, diferentes temáticas para discussões aprofundadas no cotidiano escolar, como a existência humana, as relações de poder, a instituição familiar, entre outros assuntos que podem ser percebidos no subtexto da peça. Contando, ainda, com a abordagem de diversos elementos estéticos da linguagem teatral, que possibilitam tratar com os alunos, conteúdos específicos das Artes Cênicas. Um texto bastante atual.

Fonte: http://bit.ly/bYYPdP

Ciência e Tecnologia

Cientistas conseguem dar nó em feixe de luz

Uma equipe de físicos britânicos conseguiu dar vários nós em feixes de luz, em uma experiência inédita relatada em artigo na revista científica Nature Physics. Neste estudo, a equipe desenhou hologramas usando a teoria dos nós. E com esses hologramas, conseguiram criar nós em vórtices ópticos.

Stop Motion - Pixilation - Animação

Arte e Tecnologia

É interessante utilizar esta técnica nas aulas de Artes Cênicas, para desenvolver nos alunos o conceito de produção e de encenação, com divisão de tarefas, realizando uma abordagem pedagógica colaborativa.
O Stop Motion motiva a participação de projetos, por sua característica de múltiplas linguagens. Apesar de resultar numa obra audiovisual, seu processo de criação pode passar pelas linguagens da Dança, da Música e do Teatro. Pixilation é uma técnica de animação stop motion na qual atores vivos ou objetos reais são utilizados e captados quadro a quadro.
Observe o vídeo abaixo.
Para criar um Stop Motion é necessário um computador com um programa para edição de vídeo e uma câmera fotográfica digital. Então, é discutir e definir o roteiro, dividir as tarefas, propor a criação de personagens e espaços dramáticos. Seu projeto pode ser linear ou fragmentado, hipertextual.
Uma boa dica para iniciar o trabalho com Stop Motion é promover, anteriormente, atividades de criação de GIFs, no programa "Beneton Movie", de desenhos lúdicos ou trabalhando os próprios nomes dos alunos. Com isto, eles começarão a pensar o movimento fragmentado. A produção de "Flips" também é uma boa preparação. Exemplo:



O filme Star Wars, de George Lucas, utilizou a técnica de Stop Motion em efeitos especiais, assim como o filme "Noiva Cadáver", de Tim Burton.
Um programa útil e gratuito para se produzir o Stop Motion é o "Monkey Jam", com download gratuito no link: http://www.giantscreamingrobotmonkeys.com/monkeyjam/download.html

Dois Gritando!!!

Cidadania: uma questão de unir forças e acreditar

O brasileiro é acomodado, malandro.
Não tem educação. Não sabe votar.
Tem memória curta.
É alienado. Aceita tudo passivamente.
É fácil manipular o brasileiro.
Um povo que não reage.
Não vai para a rua lutar por alguma coisa.
Não tem amor ao país.
O brasileiro pensa primeiro em si

e depois no próximo.

Não tem solidariedade.
Só quer saber de futebol e carnaval.
Gosta de levar vantagem em tudo

e acha que para tudo tem um jeitinho.
Adora uma bagunça.
O brasileiro é preguiçoso, irresponsável,

manemolente, não gosta de trabalhar.
Tem inveja do sucesso dos outros.
Respeita a lei desde que a lei não lhe atrapalhe.
Tem complexo de vira-latas.
Gostar de sofrer.
Ri da própria desgraça.

O brasileiro não aprende.
Não muda e não faz nada para mudar.
Não se choca. Não se mobiliza.
Não tem jeito.

DISCORDA DE TUDO ISSO?
PARTICIPE!
SEJAMOS DOIS GRITANDO.


Assista ao vídeo e entre nesta campanha


fontes: http://www.doisgritando.com.br/Campanha e www.oglobo.com.br/doisgritando


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