Trecho do espetáculo teatral ÉDIPO, dirigido por Luciano Alabarse. Material captado em 14 de junho de 2008, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre. Gravado por Daniel Jainechine. CORO: Rafael Mentges, Thales de Oliveira, Fabrizio Gorziza, Daniel Bacchieri, Eduardo Steinmetz, Fernando Zugno, Lê Souza e Tito Ravaglia. Mais informações sobre o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=yW53ETQJk98
ÉDIPO - A célebre tragédia de Sófocles
Luigi Pirandello na Escola
Seis personagens à procura de autor é uma das peças mais conhecidas de Luigi Pirandello(1867-1936). Escrita em 1921, relata um ensaio de teatro . O ensaio é invadido por seis personagens que, rejeitadas por seu criador, tentam convencer o diretor da companhia a encenar suas vidas.
No início, o diretor fica perturbado por ter seu ensaio interrompido, mas aos poucos começa a interessar-se pela situação inusitada que se apresenta diante de seus olhos. As personagens o convidam a encenar suas vidas, mostrando que mereciam ter uma chance. Com isso, acabam convencendo-o a tornar-se autor.
As discussões entre as personagens e o diretor compõem uma análise filosófica do teatro . Assim, o peso da peça divide-se entre a narrativa em si, e os aspectos paratextuais, que ganham a cena.
Diretor e personagens discutindo constroem também uma querela de formas de fazer teatro . As personagens, tentando mostrar ao diretor que suas vidas são reais, em relação ao palco, e ele defendendo a relatividade do que está sobre o palco, toma como parâmetro a vida "real". A peça entra, assim, em um outro aspecto: torna-se um estudo metalingüístico do teatro, a arte discutindo a si mesma. A forma de representação proposta pelo diretor não é aceita pelas personagens. Não querem ser representadas pelos atores da companhia. Afinal, como alguém poderia representar melhor a vida de uma personagem do que ela própria?
"Texto da peça"
Há neste texto de Pirandello, diferentes temáticas para discussões aprofundadas no cotidiano escolar, como a existência humana, as relações de poder, a instituição familiar, entre outros assuntos que podem ser percebidos no subtexto da peça. Contando, ainda, com a abordagem de diversos elementos estéticos da linguagem teatral, que possibilitam tratar com os alunos, conteúdos específicos das Artes Cênicas. Um texto bastante atual.
Fonte: http://bit.ly/bYYPdPCiência e Tecnologia
Uma equipe de físicos britânicos conseguiu dar vários nós em feixes de luz, em uma experiência inédita relatada em artigo na revista científica Nature Physics. Neste estudo, a equipe desenhou hologramas usando a teoria dos nós. E com esses hologramas, conseguiram criar nós em vórtices ópticos.
Stop Motion - Pixilation - Animação
O filme Star Wars, de George Lucas, utilizou a técnica de Stop Motion em efeitos especiais, assim como o filme "Noiva Cadáver", de Tim Burton.
Dois Gritando!!!
O brasileiro é acomodado, malandro.
Não tem educação. Não sabe votar.
Tem memória curta.
É alienado. Aceita tudo passivamente.
É fácil manipular o brasileiro.
Um povo que não reage.
Não vai para a rua lutar por alguma coisa.
Não tem amor ao país.
O brasileiro pensa primeiro em si
e depois no próximo.
Não tem solidariedade.
Só quer saber de futebol e carnaval.
Gosta de levar vantagem em tudo
e acha que para tudo tem um jeitinho.
Adora uma bagunça.
O brasileiro é preguiçoso, irresponsável,
manemolente, não gosta de trabalhar.
Tem inveja do sucesso dos outros.
Respeita a lei desde que a lei não lhe atrapalhe.
Tem complexo de vira-latas.
Gostar de sofrer.
Ri da própria desgraça.
O brasileiro não aprende.
Não muda e não faz nada para mudar.
Não se choca. Não se mobiliza.
Não tem jeito.
DISCORDA DE TUDO ISSO?
PARTICIPE!
SEJAMOS DOIS GRITANDO.
Assista ao vídeo e entre nesta campanha
fontes: http://www.doisgritando.com.br/Campanha e www.oglobo.com.br/doisgritando
ÍMÃ - Grupo Corpo
Uma dança de luzes coloridas
A música, a forma de movimentação dos bailarinos, o figurino e a iluminação deixam Ímã, espetáculo da companhia de dança mineira, mais "ensolarado", como diz o coreógrafo Rodrigo Pederneiras.
Há uma valorização do trabalho individual de cada bailarino, que é evidenciado por um cenário feito apenas de luzes e, ainda, uma movimentação cênica com muitos solos e duos.
No último espetáculo, Breu, os bailarinos usavam roupas escuras, dançavam no chão e quase não havia luz. A idéia era tratar da violência. A mesma densidade caracterizou a apresentação Onqotô, que na linguagem popular de Minas Gerais significa "Onde é que eu estou?". Os dançarinos moviam-se ao som de músicas com letras que questionavam a existência humana.
O tom pesado dos espetáculos passados agora abre espaço para a leveza. "Talvez seja o trabalho mais impessoal que já fizemos; uma tentativa de não trazer sentimento para o palco", explica o coreógrafo Rodrigo Pederneiras, que começou a pensar na apresentação quando Paulo Pederneiras, diretor artístico do Grupo Corpo, emprestou-lhe um cd do grupo carioca + 2, trio composto por Domenico, Kassin e Moreno, que mistura experimentalismo com música eletrônica. Logo, o coreógrafo se apaixonou pela música e pediu para que os integrantes do trio fizessem uma trilha sonora de 40 minutos, e que fosse "uma coisa bem pra cima", como disse Rodrigo.


Com a trilha sonora pronta inspirou-se numa crônica de Roberto Damatta, que falava sobre a polaridade das relações humanas. Daí surgiu a imagem de um ímã, título do espetáculo.
"Eu gosto muito da idéia do imã, há uma dependência, os opostos se atraem", diz. "Não falo de amor ou ódio, não quis levar isso para as relações humanas", comenta o coreógrafo contando que a intenção do espetáculo é mostrar, através dos corpos dos bailarinos, a atração e a repulsão, que são as bases da polaridade, sem falar de sentimentos.
Os dançarinos começam no chão do palco, mas quando saem dele não voltam mais. "Isso foi proposital, pois o Breu (o balé anterior) é todo feito no chão. Desta vez, eu queria tirar os bailarinos de lá", conta Rodrigo, que tinha a intenção de fazer um espetáculo alegre. E deve ser esse o sentimento que se tem ao contemplar bailarinos voando no palco, iluminados por milhares de cores que se alteram lentamente, conforme o movimento dos corpos.
Assista ao vídeo de Breu:
FONTE:revistacult.uol.com.br - Júlia Alquéres, em 04/08/2009
PROUNI
Como funciona
O Programa Universidade para Todos (ProUni) tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação em instituições privadas de educação superior.
Podem se inscrever no processo seletivo do ProUni, referente ao 1° semestre de 2010, os candidatos não portadores de diploma de curso superior que tenham realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2009 e alcançado no mínimo 400 pontos na média das cinco notas (ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias e redação).
Para concorrer às bolsas, o candidato deve, também, ter renda familiar de até três salários mínimos por pessoa e satisfazer a pelo menos uma das condições abaixo:
ter cursado o ensino médio completo em escola da rede pública;
ter cursado o ensino médio completo em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição;
ter cursado todo o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista integral na instituição privada;
ser portador de deficiência;
ser professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica e integrando o quadro de pessoal permanente de instituição pública e que estejam concorrendo a bolsas nos cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia. Nesses casos não é considerado o critério de renda.
Maiores informações: http://siteprouni.mec.gov.br/como_funciona.html
Educação e Tecnologia
HQ do LINDOMAR
Leia o HQ inteiro no link: http://docs.google.com/Doc?id=dc95xv2v_958fpqz9wfz
Corpo e Movimento
Rudolf Von Laban
É pelo corpo que o ser humano se comunica e se expressa, adquirindo habilidades para manifestar ações corporais nítidas, usando o corpo e suas articulações com clareza, na sua imobilidade ou em movimento.
Numa perspectiva racionalista nossos corpos são submetidos às leis do movimento “inanimado”. Assim como no esquema simplificado que apresentamos a seguir:
O movimento humano vai além desta perspectiva, pois integra manifestações mentais, emocionais e fisiológicas. A exemplo disso temos a comparação de um objeto inanimado com o corpo humano. Se lançarmos uma pedra (objeto inanimado) em direção ao fogo certamente ela cairá na chama e ali mudará sua temperatura, mas se percebemos que parte do nosso corpo se direciona ao fogo, imediatamente, reagimos pelo reflexo instintivo de sobrevivência, ação que se configura articulando com a memória de experiências vividas.
Para Laban (1978, p. 51), todo gesto ou movimento, com qualquer parte do corpo, revela um aspecto da vida interior. Cada um dos movimentos se origina de uma excitação interna dos nervos, a partir das impressões sensoriais experimentadas e registradas na memória. Essa excitação resulta no esforço interno, ou impulso para o movimento, que entende como “o controle intencional do acontecimento físico”.
É interessante pensar-se um ser corporal além da dualidade corpo-mente, isto porque existe uma rede de complexidade que transcende a visão cartesiana moderna, projetando um ser total que integra diferentes dimensões do humano. Há uma bela passagem nos escritos de Klauss Vianna (1990, p. 85), quando argumenta que “o movimento humano tanto é reflexo do interior do homem quanto tradução do mundo exterior. Tudo o que acontece no universo acontece comigo e com cada célula do seu corpo. Em seu ponto de vista, a espiral crescente, o universo, tem um ponto de partida em cada um de nós e é do nosso interior, da nossa concepção de tempo e espaço, que estabelecemos um troca com o exterior, uma relação com a vida”.










