Representando o GEA no EIEBrasil
Encontro Internacional de Educação - Brasil
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O Professor de Artes, Lindomar Araujo, foi convidado pela SME, representando o GEA, para relatar suas experiências com as Tecnologias e a Arte na Educação.
Assista ao vídeo do
"Relato de Experiência"
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Assista ao vídeo apresentado
durante a fala do professor Lindomar.
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Professores que participaram do momento SME, representante da Telefônica e Rafael Parente.
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Momento da apresentação de relato.
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Férias 2013
Meu retorno a Europa.
Queria muito voltar e ir à Florença e Pisa.
Paris - 22 e 23 de Dezembro de 2012.
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Paris - 25 e 26 de Dezembro de 2012.
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27 de Dezembro de 2012 no Castelo de Versailles
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29 de Dezembro em Roma. Coliseu Romano e Igreja de Luterano
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31 de Dezembro - Coliseu
Nova Etapa: GEA
Todo início de ano, desde que abri este blog, posto algo sobre minhas expectativas para o ano que se apresenta.
Incrível como a cada ano tenho um novo "desafio" ou algo bem diferente do ano anterior.
Em 2013, iniciarei minha prática docente no novo Ginásio Experimental Carioca:
O GEA - Ginásio Experimental de Artes Visuais.
O GEA - Ginásio Experimental de Artes Visuais.
IV Semana do Ensino do Teatro
Com
o tema
“América Latina: Utopia e Subversão na Docência”,
a Escola de
Teatro da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
realizou, de 22 a 26 de outubro, a IV Semana do Ensino do Teatro.
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A programação
incluiu oficinas, mesas de debates, colóquios e a montagem de sete
espetáculos, com a participação de professores e pesquisadores da UNIRIO
e de outras instituições de ensino.
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O encontro debateu as correntes de ensino voltadas para a inovação e para a experimentação, com o objetivo de traçar um panorama de práticas apoiadas em novas posturas pedagógicas.
O encontro debateu as correntes de ensino voltadas para a inovação e para a experimentação, com o objetivo de traçar um panorama de práticas apoiadas em novas posturas pedagógicas.
Profº Lindomar Araujo
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Power Point Guia da minha apresentação
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Power Point Guia da minha apresentação
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GENTE - E.M. André Urani
Autor: RAFAEL PARENTE
Ginásio Experimental
das Novas Tecnologias Educacionais
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das Novas Tecnologias Educacionais
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Para exercer essas novas funções com competência, lidar com novas tecnologias na produção ética e responsável de riquezas, navegar funcionalmente em um novo mundo, com a responsabilidade de aproveitar oportunidades e enfrentar desafios, nossas crianças e jovens precisam ter, hoje, uma formação excepcional. Eles precisarão ter auto-confiança, se adaptar em diferentes contextos, construir relacionamentos rapidamente e virtualmente, utilizar bem sua criatividade nata e empreender. Precisarão compreender suas forças e fraquezas, emocionais e intelectuais, seus direitos e deveres na vida em comunidade e desenvolver suas potencialidades ao máximo. Precisarão ser autônomos e solidários, compreendendo nossos avanços culturais e, ao mesmo tempo, não só tolerando, mas valorizando diferenças.
No entanto, tivemos um atraso histórico no nosso desenvolvimento educacional e nossos sistemas educacionais estão completamente ultrapassados. Nossas salas de aula se parecem com aquelas de 1890, quando os primeiros sistemas de educação pública do mundo foram concebidos para impulsionar a era industrial. Na época, a instituição Escola foi planejada como uma fábrica de produzir operários em massa, de forma impessoal, padronizada e estimulando a conformidade. Esse sistema é completamente incongruente com o tipo de escola e de processo de aprendizagem que precisamos.
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Cada aluno é único e aprenderá mais e melhor se estiver engajado, interessado e motivado. O processo de educar, de desenvolver competências e habilidades, é, essencialmente e inevitavelmente, pessoal, social, acontece num contexto específico, precisa de tempo para assimilação e requer a construção ativa e a associação de ideias.
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Cada aluno é único e aprenderá mais e melhor se estiver engajado, interessado e motivado. O processo de educar, de desenvolver competências e habilidades, é, essencialmente e inevitavelmente, pessoal, social, acontece num contexto específico, precisa de tempo para assimilação e requer a construção ativa e a associação de ideias.
Vejam o infográfico no final desta postagem e o vídeo abaixo para entender como as novas tecnologias já estão modificando a educação pelo mundo.
Assista ao vídeo abaixo, que apresenta alunos na Escola da Ponte, em Portugal. Depois, imagine esta prática utilizando as Tecnologias Digitais.
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Com esse contexto em mente e levando em consideração nossos avanços tecnológicos e nas neurociências, decidimos começar um debate que leve à reinvenção da Escola com o GENTE - Ginásio Experimental das Novas Tecnologias Educacionais. O objetivo é chegar a um modelo que coloque o aluno no centro do processo de aprendizagem, se aproprie integralmente das novas tecnologias educacionais e que possa ganhar escala.
Com esse contexto em mente e levando em consideração nossos avanços tecnológicos e nas neurociências, decidimos começar um debate que leve à reinvenção da Escola com o GENTE - Ginásio Experimental das Novas Tecnologias Educacionais. O objetivo é chegar a um modelo que coloque o aluno no centro do processo de aprendizagem, se aproprie integralmente das novas tecnologias educacionais e que possa ganhar escala.
Algumas propostas iniciais são:
1) Acabar com a separação por anos, turmas, salas de aula e o conceito da repetência. Não faz sentido ter um grupo de pessoas completamente diferentes numa mesma sala e esperar que todos consigam ter uma formação semelhante, como também não faz sentido reprovar crianças e jovens e fazê-los rever todas as aulas e todos os conteúdos. Cada aluno teria o seu itinerário formativo e saberia exatamente as habilidades que já desenvolveu e as que ainda precisa desenvolver. No lugar de salas de aula com carteiras, haverão grandes espaços com mesas para grupos, sofás e tapetes.
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2) Tablets, smartphones e a Educopédia substituirão livros e cadernos. O conteúdo, as habilidades e as competências serão desenvolvidos nas aulas digitais. As provas serão aplicadas pela Máquina de Testes, a correção será automática e os resultados serão imediatos. Além das competências cognitivas, também desenvolveremos e avaliaremos as competências não cognitivas.
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3) O professor terá um novo papel, o de arquiteto que garante a personalização do processo de aprendizagem e que nenhum aluno está sendo deixado para trás. O professor também será o mentor de um grupo de alunos e o orientador de projetos transdisciplinares.
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4) Os alunos participarão de atividades individuais ou em grupos pequenos, de acordo com seu desempenho acadêmico, sua responsabilidade e sua autonomia. De acordo com o nível de autonomia e responsabilidade, eles poderão fazer mais ou menos opções, inclusive de que ou quantas aulas relacionadas às disciplinas participarão, quantas eletivas e quantos clubes.
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5) A máquina de testes será um sistema de avaliação dos alunos que cobrirá, a médio prazo, todas as disciplinas, de 1º a 9º ano. Em fevereiro de 2013, o sistema já terá provas de Português, Matemática e Ciências, do 5º ao 9º anos. Por meio de um banco de questões, preparadas por cerca de 100 professores da rede municipal, os alunos farão provas em ambiente digital. Todas as questões aplicadas pelo computador serão de múltipla escolha, gerando um resultado imediato. O sistema será usado para as avaliações bimestrais, que servem como base para o acompanhamento do desempenho das escolas municipais. Os alunos do GENTE usarão a máquina de testes frequentemente, ao final de cada aula da Educopédia. Avaliações diagnósticas, auto-avaliações de competências e habilidades não-cognitivas também serão realizadas nela.
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6) Projetos transdisciplinares serão desenvolvidos pelos alunos semestralmente a partir de uma situação-problema ou uma pergunta para digestão e aplicação do conhecimento. Serão uma forma de educação “hands on” relacionada a áreas diversas. Nesses projetos, os alunos terão de analisar dados reais, trabalhar em grupos pré-definidos e atuar como agentes transformadores de suas realidades.
Há, no momento, 13 instituições parceiras apoiando o projeto. Elas são: Ensina!, Fundação Lemann, Fundação Telefônica, Infoglobo, Intel, Instituto Ayrton Senna, Instituto Conecta, Instituto Natura, Microsoft, MSTech, Tamboro e UNESCO. Todos os diretores, professores e alunos (de 7o a 9o anos) estão convidados a contribuir com suas opiniões para esse processo de co-criação de um novo conceito de escola.
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Educopédia - Reconhecimento Internacional
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Sinto orgulho de ser produtor de aulas digitais da Plataforma Educopédia e vê-la se desenvolvendo cada vez mais, possibilitando diferentes formas de aprendizagens à juventude atual.
O elogio da UNESCO e GELP vem indicar, que estamos num caminho promissor para o desenvolvimento da Educação Brasileira.
Parabéns a toda Equipe Educopédia!
Violência Contra a Educação dos Jovens
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O capitalismo selvagem das tevês, destruindo a Educação brasileira, que insiste em não avançar devido à ausência dos valores humanos.
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Roma: ano 80 da era cristã; o imperador Tito abre o Coliseu com os célebres jogos inaugurais de 100 dias. Nas arquibancadas, mais de 50 mil pessoas regozijam-se com o sangue que jorra da arena, proveniente do embate entre gladiadores, feras, prisioneiros. Lutas, exibição, execução.
O Coliseu romano é o símbolo por excelência da forma como a violência, traduzida em espetáculo, fascina os seres humanos. Nas mais diversas eras – dos torneios medievais às execuções jacobinistas – homens e mulheres consomem violência com deleite, prazer.
O decantado “triunfo” da razão anunciado pela ciência no século 19 é desafiado por manifestações humanas que remetem ao instinto animalesco, à desrazão. A espetacularização da violência representa apenas um destes “desafios”.
Atualmente, o fenômeno traduz-se pelo sucesso do UFC, onde, sob o signo do esporte, homens e mulheres se agridem mutuamente diante de milhares de (tele)espetactadores que vibram, se excitam diante de cada golpe, cada jato de sangue que escorre dos gladiadores modernos, ídolos.
Os defensores da modalidade alegam que não se trata de violência gratuita, há regras (?), e que o propósito é canalizar a violência das pessoas e ensinar o respeito mútuo, a amizade e a disciplina. O problema torna-se preocupante quando o combate sai do MMA e toma as ruas, praças, escolas. Jovens se chutam, esmurram, combatem, disseminando o “respeito” e a “amizade” entre si.
André Luis Bertelli Duarte (Mestre em História)
Prefeitura do Rio - Diários de Classe Digital e Provas por Computador
Alunos da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro
farão provas pelo computador
Uso da Educopédia em sala de aula
Os alunos da rede municipal de ensino do Rio começarão a experimentar, a partir do segundo semestre, um novo jeito de fazer provas. A Secretaria de Educação já começou a treinar cem professores para preparar um banco com 80 mil questões voltadas para testes digitais, que serão aplicados aos alunos em computadores portáteis já existentes na maioria das escolas. O sistema será usado inicialmente nas avaliações bimestrais, que servem como base para o acompanhamento do desempenho das unidades.
Trabalhos individualizados com netbooks
— É algo que vai facilitar a vida do professor, principalmente na questão da correção automática das provas, sem que ele perca o controle sobre o desempenho do aluno, já que o sistema pode até produzir relatórios sobre a evolução dos estudantes — destaca a secretária municipal de Educação, Claudia Costin.
— O sistema tem a possibilidade de mudar a dificuldade das questões se o aluno não consegue respondê-las. Pode voltar de uma de nível médio para uma fácil. Conseguimos saber até onde aquele aluno está conseguindo assimilar os conteúdos — completa Costin.
Prefeitura testa diários de classe eletrônicos
Além das provas digitais, a rede municipal já está realizando os primeiros testes de um novo diário de classe eletrônico. O sistema está sendo aplicado em 150 unidades e faz parte do que Costin chama de “Escola 3.0”. A intenção é cada vez mais abolir o uso desnecessário do papel no cotidiano dos colégios.
Todo esse processo de informatização começou em 2010, quando a Secretaria de Educação criou a Educopédia. O projeto disponibilizou aulas digitais, criadas pelos próprios docentes, para a toda a rede: hoje, o órgão estima que cerca de 70% dos professores já utilizem o conteúdo. Todas as escolas, do 6 ao 9 ano do ensino fundamental, foram contempladas com projetores para que os profissionais pudessem expor aos estudantes vídeos, jogos e animações.
— Não há qualquer obrigatoriedade para que o professor utilize esses recursos, mas mesmo assim tivemos uma adesão muito grande — afirma Claudia Costin.
Uma das unidades pioneiras no sistema foi a Escola Municipal Rivadávia Correa, no Centro. Mas rapidamente as aulas digitais foram se expandindo: um site (www.educopedia.com.br) foi criado para facilitar o acesso aos conteúdos.Os colégios que têm a Educopédia já haviam sido contemplados com computadores portáteis que são utilizados em algumas atividades. Esses equipamentos também servirão a partir do segundo semestre para a aplicação das novas provas digitais.
Aulas digitais do Rio chegaram até a Finlândia
A Educopédia foi recentemente licenciada pelo projeto global de gestão de direitos autorais na internet Creative Commns como um recurso educacional aberto. Com isso, será permitido que outras redes educacionais a copiem, usem, adaptem, ou compartilhem seus conteúdos.
Após a concessão da licença, a Secretaria municipal de Educação já foi convidada a apresentar o projeto em outros países, como ocorreu na Finlândia, durante o encontro do Global Education Leaders Program, fórum de líderes governamentais de 13 países como China, Índia, Estados Unidos e Austrália, que discute educação e inovação.
A Educopédia também será apresentada no Congresso Mundial de Recursos Educacionais da Unesco, em Paris. A Unesco também reconhece a plataforma como um dos principais exemplos de recursos educacionais abertos de qualidade na América Latina.
Para o início das provas digitais, o Ministério da Educação está colaborando com a prefeitura do Rio na consolidação do banco de questões. As primeiras séries onde o sistema será usado serão o 5 e o 9 anos do ensino fundamental.
Fonte: O globo
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