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Meu Novo Projeto: Direção


No início deste ano, recebi um convite muito especial da minha Coordenadora Inez Brazuna, da 2ª CRE, legitimada pela Secretária Municipal de Educação Cláudia Costin. Ela convidou-me para assumir a direção geral do novo Ginásio Experimental Carioca (GEC), que iria inaugurar no Alto Gávea, na entrada da comunidade da Rocinha. Evidentemente, que eu aceitei o desafio. Sou de Áries!
 Todo o prédio do antigo do clube Umuarama foi reconfigurado para tornar-se um espaço escolar. O resultado é espetacular. Lá estamos atuando com seis turmas de jovens protagonistas, do 7º ao 9º ano.
 Ao lado do Ginásio, futuramente, será construído um prédio da Secretaria de Ciência e Tecnologia, para servir à comunidade da Rocinha e aos alunos do GEC André Urani. 
O projeto original é que o nosso Ginásio, seja o primeiro a nortear suas práticas educativas, com maior foco nas Novas Tecnologias Digitais, logo esteja efetivada a parceria com a Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia.

Veja a imagem de nosso Ginásio.

O projeto "Ginásio Experimental Carioca" possui suas bases em três parâmetros para formação de nossos jovens, que são: 
Excelência Acadêmica;
Projeto de Vida; e
Formação para os Valores.

Essas bases se articulam com os Pilares da Educação para o Século XXI, 
de Jacques Delors (ONU):
Aprender a Ser
Aprender a Conviver
Aprender a Conhecer
Aprender a fazer

Visite nosso Blog e deixe um comentário. 
Ficaremos muito felizes!

 

Férias em Roma - Itália

FONTANA DI TREVI
Piazza di Trevi, 90

A Fontana di Trevi é a maior fonte barroca de Roma e, provavelmente, a mais famosa do mundo. Projetada por Nicole Salvi e construída em 1735, essa fonte está situada no cruzamento de três ruas e faz parte da história da cidade. Antigamente, era habitual construir uma fonte onde os aquedutos terminavam, como é o caso da Fontana di Trevi, que marca o final do Aqua Virgo, um aqueduto de grande valor simbólico.






COLISEU E SEUS FÓRUNS


O Coliseu de Roma era, na época de sua construção, um anfiteatro oval de quatro níveis. Suas arquibancadas de mármore tinham capacidade para 45 mil pessoas.

Denominado anfiteatro Flávio, era conhecido como o Coliseu pelo fato de sua proximidade com a colossal estátua de Nero. Os gladiadores lutavam na arena e, segundo a história relata, era o lugar onde os cristãos eram lançados aos leões.
Mundialmente conhecido, o Coliseu, construído por ordem do imperador Vespasiano e concluído no ano 80 d.C., durante o governo de seu filho Tito, é um dos mais grandiosos monumentos da Roma Antiga.





VATICANO

O Vaticano ou Cidade do Vaticano, oficialmente Estado da Cidade do Vaticano  é a sede da Igreja Católica e uma cidade-estado soberana sem costa marítima cujo território consiste de um enclave murado dentro da cidade de Roma, capital da Itália. Com aproximadamente 44  km² e com uma população de pouco mais de 800 habitantes, é o menor Estado do mundo, tanto por população quanto por área.





DIA 21 DE JANEIRO


(Igreja) di San Gregorio Magno.



Silêncio e paz.
 Igreja dedicada a um dos mais famosos e importantes papas da Igreja Católica (590-604), o aristocrático e erudito Gregório I, que se tornou San Gregorio Magno. Erguida na idade média esta igreja foi radicalmente reestruturada entre 1600 e 1700.






Piazza de Navona
A célebre Piazza Navona, considerada uma das mais belas praças barrocas do mundo, esta localizada sobre as ruínas do antigo Estádio de Domiciano.
Com o passar dos anos residências foram construídas utilizando as arquibancadas como sustentação, o que garantiu que o formato elíptico do estádio fosse preservado.
A Navona somente foi considerada uma praça no século XV quando passou a abrigar o mercado da cidade. Sua característica barroca atual é um resultado da remodelação que o Papa Inocêncio X ordenou no século XVI.





Lugares Variados em Roma




Pantheon
(Basílica)


O Pantheon  foi construído pelo imperador Marco Agripa em 27 a.C.. Destruído por um incêndio no ano 80 d.C., foi reconstruído em 125 pelo imperador Adriano, mantendo-se praticamente intacto desde então.
Um dos melhores locais para compreender a grandiosidade de Roma, a obra, hoje convertida em Igreja Católica é simplesmente magnífica e capaz de arrancar a admiração até mesmo do mais frio dos visitantes.
Sua abóbada, criada a partir da fina arte arquitetônica romana, tem 43 metros de altura, feito que só seria igualado no século 15. O "óculo", uma abertura na parte superior do teto, é a fonte de iluminação do prédio e o deslocamento da luz ao longo do dia cria um espetáculo à parte.





PIAZZA DELLA REPUBBLICA e SANTA MARIA DEGLI ANGELI

A Praça da República (em italiano Piazza della Repubblica) é uma praça da cidade italiana de Roma situada a poucos metros da Estação Termini, em frente às Termas de Diocleciano. Uma das mais importantes vias de Rome, a via Nazionale, começa nesta praça.
Santa Maria Degli Angeli tornou-se igreja quando o papa Pio IV (pontificado de 1559 a 1565) deu o local aos monges de Santa Cruz em Jerusalém, Michelangelo converteu o salão central dos banhos nesta igreja de Santa Maria dos Anjos. O trabalho começou em 1563

BASILICA SANTA MARIA MAGGIORE

A Basílica de Santa Maria Maior (em italiano Basilica di Santa Maria Maggiore), também conhecida como Basílica de Nossa Senhora das Neves, ou Basílica Liberiana, é uma das basílicas patriarcais de Roma.

San Pietro In Vicoli
A igreja de San Pietro in Vincoli é uma igreja de Roma. A sua construção teve início em 431, e foi dedicada a São Pedro e a São Paulo, ao ser consagrada pelo Papa Sisto III cujo pontificado durou de 432 a 440.
Entretanto, quando a imperatriz Licínia Eudóxia deu a seu sucessor o Papa Leão I, o Grande (pontificado de 440 a 461) as cadeias que haviam prendido São Pedro na prisão, este se tornou o patrono único desta igreja cujo nome quer justamente dizer «São Pedro em cadeias».
Muito do edifício do século V se mantem. Trata-se de uma basílica com uma ampla nave e duas alamedas laterais, com adição de um transepto, novidade naquele tempo. No interior há colunas dóricas, provavelmente reutilizadas, tiradas de algum edifício da Roma imperial. Numerosas extensões e conversões foram executadas entre os séculos VIII e XIII. Em 1475 Sisto IV, Papa de 1471 a 1484, fez construir o claustro e um pórtico de apenas um andar, aberto para arcadas com pilastras.
Foi restaurada no início do século XVIII e o afresco do teto data dessa época. A igreja deve sua fama principalmente ao túmulo de Júlio II construído por Michelangelo, à direita de quem entra, na ala lateral. A figura central do túmulo é Moisés com chifres.



DOMUS AUREA - PARQUE TROIANO





Artigo no O Globo - RioEduca

GEC, uma educação humanista

Sou professor de Artes Cênicas e participo de uma revolução na qualidade da educação pública da cidade do Rio de Janeiro. No ano de 2011, pude exercer minha docência de forma qualitativa, com a implementação do Ginásio Experimental Carioca na escola municipal Orsina da Fonseca, onde leciono Artes Cênicas – um projeto inovador, que vem sendo identificado pela sigla GEC. Este projeto propõe em suas bases a Excelência Acadêmica, o Projeto de Vida e a Formação para os Valores, que articulam diretamente com os quatro pilares da Educação para o Século 21, da ONU (Jacques Delors), que atendem à necessidade de os jovens aprenderem por habilidades e competências, dividindo os pilares em aprender a Ser, Conviver, Fazer e Conhecer.


As diretrizes do GEC também apresentam, em sua matriz curricular, disciplinas que mobilizam sua finalidade e objetivos. Desta forma, apresenta quatro disciplinas, que possibilitam uma educação inovadora, humanista e qualitativa: Projeto de Vida, em que cada aluno, com a orientação do professor, inicia, reflete e estrutura o seu projeto de vida, englobando todas as dimensões dos seus sonhos, aprendendo a ser; Protagonismo Juvenil, que é o espaço-tempo para o aluno exercer sua autonomia, principalmente nos Clubes Juvenis, aprendendo a conviver com responsabilidade; Estudo Dirigido, cujo objetivo é flexibilizar o aprimoramento dos estudos, em consonância com a realidade de cada GEC, permitindo que o aluno aprenda a fazer sua agenda de estudo, preparar suas atividades extraclasses e outras tarefas próprias de uma escola em horário integral; e Eletivas, que são módulos semestrais, estruturados pelos professores e oferecidos aos alunos, para que eles elejam, por afinidade e com autonomia, o que vão aprender. As Eletivas permitem que os alunos aprendam a conhecer novas formas de saberes e fazeres.
Toda essa revolução de qualidade nos proporciona uma escola incluída digitalmente, com netbooks para professores e alunos, internet wirelless, modems, laboratórios de informática e de ciências. O nosso grande desafio é pesquisar e desenvolver novas possibilidades pedagógicas, como a Polivalência(*) por Área de Conhecimento e o uso dos recursos digitais de forma não diretiva, como aquelas práticas tradicionalistas.
Ao vivenciar todos os dias letivos de 2011, neste panorama elucidado, venho apresentar sucintamente, minha experiência com o Projeto de Vida, em turmas de 8º e 9º anos.


Inicialmente, refletimos a etimologia da disciplina, filosofando sobre a essência de um projeto e do sentido da vida. Então entendemos que precisaríamos de um diário para registros e revisão do trajeto a ser percorrido. No consenso professor-aluno elegeu-se o Blog como diário, para postarmos todas as dinâmicas e reflexões realizadas em nossos encontros. Esta decisão coletiva potencializou nossas aulas, devido à escola possuir três carrinhos, com 32 netbooks cada um, para utilização dos alunos, inicialmente nas aulas da plataforma da Educopédia (www.educopedia.com.br), com aulas virtuais, sem limitar outras funcionalidades.
Por exemplo, na turma 1901, cada aluno abriu o seu blog e uma das alunas, abriu um blog (www.projetodevida1901.blogspot.com) para a turma, enviando autorização para o professor indicar os procedimentos a serem realizados nas aulas e postar os trabalhos dos alunos integrados, pois havia cinco alunos integrados (cegos), gerando desafios, para mim e para a turma. Neste blog da turma também se encontram todos os blogs individuais dos alunos das turmas 1801 e 1901.
Enquanto os alunos realizavam as tarefas na web, postando textos, imagens e/ou vídeos produzidos por eles, os alunos integrados eram auxiliados de forma colaborativa pelo professor de Arte, pela professora Tereza Cupello ou pelos alunos tutores, que se ofereciam a auxiliar.

 

Alguns dos integrados utilizavam notebooks com programa de voz (livre) e outros alunos, a máquina de escrever para Braille. Em outros momentos de integração, gravavam entrevistas no celular e em outro momento, transferiam as informações para o plano digital.
Portanto, a experiência vivida no Ginásio Experimental Carioca, que me permitiu lecionar numa escola de dedicação integral, revelou-se para mim uma revolução educacional, no sentido político-pedagógico, tecnológico e afetivo, pois um desejo de conhecer meus alunos cotidianamente se realizou, por deixar de lecionar de escola em escola e poder saber o nome de cada um dos sujeitos, trabalhando em apenas uma U.E., me tornando ainda mais autônomo e protagonista da minha história na Educação Carioca.

VISITE O ARTIGO NO OGLOBO-RIOEDUCA E DEIXE SEU COMENTÁRIO. ISTO É MUITO IMPORTANTE!

(*)No GEC, nos 7º e 8º anos, os professores de Língua Portuguesa, História e Geografia, lecionam em polivalência na Área de Humanidades e os professores de Matemática e Ciências, lecionam em polivalência na Área de Exatas.
Lindomar da Silva Araujo
E.M. Orsina da Fonseca

PPP - Projeto Político Pedagógico


Como Elaborar

 
O que é o projeto político-pedagógico (PPP)

O PPP define a identidade da escola e indica caminhos para ensinar com qualidade.
Toda escola tem objetivos que deseja alcançar, metas a cumprir e sonhos a realizar. O conjunto dessas aspirações, bem como os meios para concretizá-las, é o que dá forma e vida ao chamado projeto político-pedagógico – o famoso PPP. Se você prestar atenção, as próprias palavras que compõem o nome do documento dizem muito sobre ele:

- É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo.

- É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir.

- É pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos educativos necessários ao processo de ensino e aprendizagem.

Ao juntar as três dimensões, o PPP ganha a força de um guia – aquele que indica a direção a seguir não apenas para gestores e professores mas também funcionários, alunos e famílias. Ele precisa ser completo o suficiente para não deixar dúvidas sobre essa rota e flexível o bastante para se adaptar às necessidades de aprendizagem dos alunos. Por isso, dizem os especialistas, a sua elaboração precisa contemplar os seguintes tópicos:

- Missão

- Clientela

- Dados sobre a aprendizagem

- Relação com as famílias

- Recursos

- Diretrizes pedagógicas

- Plano de ação

Por ter tantas informações relevantes, o PPP se configura numa ferramenta de planejamento e avaliação que você e todos os membros das equipes gestora e pedagógica devem consultar a cada tomada de decisão. Portanto, se o projeto de sua escola está engavetado, desatualizado ou inacabado, é hora de mobilizar esforços para resgatá-lo e repensá-lo (leia as dicas práticas). “O PPP se torna um documento vivo e eficiente na medida em que serve de parâmetro para discutir referências, experiências e ações de curto, médio e longo prazos”, diz Paulo Roberto Padilha, diretor do Instituto Paulo Freire, em São Paulo.
 
Como fazer o PPP da escola

Segundo especialistas, a elaboração do projeto político-pedagógico precisa contemplar a missão, a clientela, dados sobre aprendizagem, relação com as famílias, recursos, diretrizes pedagógicas, plano de ação da escola
por Noemia Lopes
Por ter tantas informações relevantes, o PPP se configura numa ferramenta de planejamento e avaliação que você e todos os membros das equipes gestora e pedagógica devem consultar a cada tomada de decisão.
Portanto, se o projeto de sua escola está engavetado, desatualizado ou inacabado, é hora de mobilizar esforços para resgatá-lo e repensá-lo.
Dicas práticas para elaborar o PPP
Certas estratégias facilitam a preparação, a revisão e o acesso da equipe ao projeto político-pedagógico:

- Não é preciso refazer a missão todo ano. Geralmente, ela dura de dois a cinco anos. Deve ser alterada quando a equipe percebe que os princípios já não correspondem às suas aspirações (os objetivos iniciais foram alcançados ou precisam ser modificados), a clientela é outra (aconteceram mudanças na comunidade) ou o contexto escolar teve alterações (introdução do Ensino Fundamental de nove anos ou a chegada da Educação Infantil ou de Jovens e Adultos). Esse trecho deve ser respaldado nos planos municipal ou estadual de Educação.
- Clientela, dados sobre a aprendizagem, recursos, relação com as famílias, diretrizes e plano de ação devem ser revistos e atualizados ao longo do ano – e isso pode ser feito durante as reuniões pedagógicas e institucionais, nos encontros do Conselho Escolar e na semana de planejamento. Para tanto, a cada encontro, defina quem será o responsável por sistematizar os dados e inseri-losno PPP.
- A linguagem usada deve ser simples.
- O ideal é que o PPP seja montado em um arquivo eletrônico, no computador, e, depois de impresso, colocado em uma pasta arquivo para facilitar o acesso e as alterações durante o ano.
- Professores e funcionários podem receber cópias do documento, quando possível, para que consultem sempre que surgirem dúvidas.
- É interessante elaborar uma versão resumida para entregar aos pais no ato da matrícula.
- Organizar o PPP em um fichário facilita o manuseio, a conservação e a revisão ao longo do ano.
Abaixo, você vai conhecer detalhes de cada um dos tópicos indispensáveis do PPP e saber onde obter as informações e a melhor forma de organizá-las.

Definição da missão (ou marco referencial)

O que é?

Conjunto dos valores nos quais a comunidade escolar acredita e das aspirações que tem em relação à aprendizagem dos alunos. Precisa responder a perguntas como: “Para nós, o que é Educação?” e “Que aluno queremos formar?” Também pode ser chamado de marco referencial.

Por que é importante?

Define a identidade da instituição e a direção na qual ela vai caminhar. Se um dos objetivos é formar pessoas críticas e autônomas, deve-se investir na gestão participativa e em projetos em que todos os segmentos tenham voz e assumam responsabilidades.

Onde buscar informações?

Duas boas referências são os planos municipal e estadual de Educação, quando existirem na rede. Contudo, usá-los como base não exime a escola de detalhar os próprios valores. É preciso que a equipe gestora ouça a comunidade para estabelecer com ela os princípios desejados.

Como fazer?

Os princípios e valores da escola devem ser discutidos em reuniões pedagógicas ou institucionais (com os funcionários) e assembléias do conselho escolar, do conselho de classe e do grêmio estudantil. É papel do diretor participar de todos esses encontros, levar material bibliográfico que possa embasar as discussões e registrar o que foi debatido. Depois disso, a direção também deve fazer a redação deste trecho do PPP – levando em consideração o que dizem os planos municipal ou estadual de Educação, quando existirem, compartilhá-lo com toda a comunidade escolar e acolher sugestões e críticas.

Como apresentar o PPP?

Em um texto sucinto e objetivo, que comunique a identidade da escola com clareza a qualquer leitor do documento, seja ele professor, funcionário, pai ou aluno.

Quem faz bem feito?

A EMEF Mario Quintana, em Porto Alegre, fica em um bairro sem saneamento básico e com altos índices de desemprego. “Fizemos um levantamento com as famílias para saber as expectativas em relação ao ensino dos filhos”, conta a vicediretora, Silvana Conti. Com base nele, foi definido que o PPP seria construído sobre três bases: a Educação popular, para estimular o protagonismo e a participação política; a Educação ambiental, para formar alunos preocupados com o ambiente em que vivem; e o respeito à diversidade, a fim de ter uma comunidade centrada no respeito às diferenças. Os docentes formaram grupos de trabalho que, semanalmente, planejam ações que contemplam esses eixos.

Descrição da clientela

O que é?

Breve histórico da comunidade e da fundação da escola e um levantamento detalhado sobre as condições social, econômica e cultural das famílias.

Por que é importante?

Oferece informações para que a instituição elabore as diretrizes pedagógicas e defina a maneira pela qual vai se relacionar e se comunicar com a comunidade.

Onde buscar informações?

A melhor fonte é a ficha de matrícula (leia mais na reportagem), mas podem ser preparados questionários específicos ou feitas entrevistas com os pais.

Como fazer?

Paralelamente ao processo de elaboração da missão, o diretor deve reunir as informações de todas as fichas de matrícula (e de possíveis questionários complementares preenchidos pelas famílias), organizando-as em tabelas e gráficos por assunto (renda, escolaridade e profissão dos pais, cidade de origem, entre outros).
Para um resultado mais detalhado, pode-se dividir as informações sobre cada assunto também por séries e turmas. Tabulados e analisados os dados, é preciso apresentar o resultado parcial aos demais gestores e aos professores – ainda que faltem etapas para a conclusão do PPP -, de modo que todos conheçam a clientela atendida e possam pensar na melhor forma de desenvolver projetos pedagógicos e institucionais e se relacionar com as famílias.
Como apresentar o PPP?

Em tabelas ou gráficos que organizam os dados e ajudam na visualização das características importantes (como cidade de origem, faixa de renda, grau de instrução e profissão dos pais, religião e hábitos que cultivam). Eles devem estar acompanhados de textos analíticos. Vale lembrar que esta é uma parte do PPP que precisa ser revista periodicamente, pois pode haver mudanças na caracterização do público.

Exemplo de quem faz bem feito?

A equipe da EMEF Ezequiel Fraga Rocha, em Aracruz, a 79 quilômetros de Vitória, tem cerca de 10% dos alunos morando em aldeias indígenas ou próximo a elas. Os demais vivem em outras áreas rurais e também na cidade. “A diversidade é tanta que reformamos nosso currículo e mudamos as diretrizes no PPP para contemplar de maneira mais ampla a história e a cultura das etnias aqui presentes. Com isso, visamos elaborar projetos que valorizem a origem dos alunos e os conhecimentos que trazem de casa, tornando a aprendizagem mais significativa”, relata a diretora, Solange Siqueira Magalhães.

Levantamento dos dados sobre aprendizagem

O que são?

Informações quantitativas sobre matrículas, aprovação, reprovação, evasão, distorção idade/série, transferências e resultados de avaliações.

Por que são importantes?

Compõem um retrato da aprendizagem na escola e permitem aferir a qualidade do ensino. “Por trás de cada número de evasão ou repetência, está um problema de ensino que precisa ser solucionado”, diz Regina Celi Oliveira da Cunha, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Onde buscar informações?

Nos quadros de aprovação, reprovação e movimentação de alunos preparados para enviar ao Ministério da Educação (MEC) e à Secretaria de Educação, nos relatórios das avaliações externas e nas avaliações internas.
Como fazer?

Enquanto os dados sobre a clientela são tabulados (ou mesmo antes ou depois disso, caso julgue melhor), o diretor, junto com o coordenador pedagógico, deve reunir e tabular as informações sobre matrículas, aprovação, reprovação, evasão, distorção idade-série e transferências, e resultados de avaliações internas e externas. Aqui, também é necessário separar os dados em gráficos e tabelas (por assunto, séries e turmas), produzir textos analíticos sobre eles e depois compartilhar o material com o restante da equipe, a fim de permitir a localização de possíveis problemas e a definição de metas e ações.

Como apresentar no PPP?

Em tabelas ou gráficos por tema (como evasão e aprovação) e por disciplina (para mostrar a aprendizagem de uma área ao longo do tempo), acompanhados de análises.

Quem faz bem feito?

Uma das primeiras medidas que a equipe da EM Bernardo Ferreira Guimarães, em Rio Piracicaba, a 130 quilômetros de Belo Horizonte, tomou ao começar a elaborar o PPP foram as planilhas de notas. “Detectamos baixo desempenho em Matemática e incluímos no PPP um projeto de apoio pedagógico no contraturno”, conta Marisa Bueno de Freitas, diretora da escola, que especificou também os recursos necessários. Os primeiros resultados já aparecem: a maioria dos alunos que participam do projeto está com 70 a 90% de aproveitamento.

Estudo do relacionamento com as famílias

O que é?

A definição da maneira como os pais podem contribuir com os projetos da instituição e participar das tomadas de decisões.

Por que é importante?

A escola existe para atender à sociedade e a integração das famílias no processo pedagógico é garantida tanto pela LDB como pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Onde buscar informações?

Cada projeto deve prever um tipo de participação (entrevista com os pais, ajuda na pesquisa etc.). Porém é preciso consultar os instrumentos de identificação da clientela para analisar a viabilidade das propostas.

Como fazer?

Enquanto realiza os três primeiros levantamentos, o diretor também já pode ficar atento à maneira com que a escola se relaciona com as famílias dos alunos, por meio dos instrumentos de identificação da clientela e de conversas com as famílias – seja nas reuniões de pais, no conselho escolar ou mesmo em eventos. Já nos encontros com a equipe, o gestor deve conversar sobre como está a parceria hoje e o que se espera construir no futuro, reflexões que, em seguida, o próprio diretor formaliza em um texto escrito.

Como apresentar no PPP?

Descrição do vínculo que se pretende construir, estabelecendo metas para o fortalecimento do Conselho Escolar e a presença nas reuniões de pais.

Quem faz bem feito?

Um dos desafios que a UE Doutor José Ribamar de Matos, em Vitória do Mearim, a 178 quilômetros de São Luís, enfrentou na formulação do PPP foi afinar a relação com as famílias. Havia dois obstáculos: as reuniões de pais tinham baixa frequência e não havia resposta quando a direção requisitava ajuda nas tarefas de casa. O primeiro foi superado com a mudança na pauta dos encontros. “Em vez de falar só de problemas, passamos a informar sobre os projetos e os avanços das crianças”, relata o diretor, João Teixeira de Carvalho Neto. Já o segundo deixou de ser um impedimento para um relacionamento quando, ao analisar os dados da clientela, constatou-se que 65% dos pais têm escolaridade baixa – deixando claro que a pouca ajuda nos deveres não tem relação com a falta de interesse.

Pesquisa sobre os recursos

O que são?

Descrição da estrutura física da escola (prédios, salas, equipamentos, mobiliários e espaços livres), dos recursos humanos (composição da equipe, qualificação e horas de trabalho) e financeiros (Programa Dinheiro Direto na Escola, via Secretaria de Educação etc.) e dos materiais pedagógicos.

Por que são importantes?

Os inventários deixam explícitas as condições do espaço de que a escola dispõe para desenvolver os projetos, a formação atual da equipe e as necessidade de capacitação e quanto está disponível para reformas, construções, cursos, compra de material pedagógico etc.

Onde buscar informações?

É preciso fazer um levantamento de campo detalhado a respeito de cada uma das áreas – o que pode ser dividido com outros membros da equipe – e solicitar ajuda da secretaria da escola para coletar os dados sobre os funcionários (quantos são, o que fazem e a formação que têm).
Como fazer?

Para reunir todos esses números e informações, é recomendável solicitar ajuda dos colegas, como os profissionais da secretaria da escola (que podem ajudar com dados sobre composição da equipe, qualificação e horas de trabalho) e coordenadores pedagógicos (que sabem a estrutura e os recursos utilizados e almejados para os encontros de formação). O material coletado por eles deve ser somado às pesquisas que o próprio diretor conduz sobre os recursos físicos e financeiros e relatados também pelo gestor em um texto descritivo.

Como apresentar no PPP?

Por meio de relatos escritos sobre a estrutura física, de tabelas mostrando a quantidade e a qualidade dos recursos pedagógicos e humanos e de gráficos com as informações financeiras.

Quem faz bem feito?

Os espaços da EMEI Francisca Pinheiro Teixeira, em Cantagalo, a 182 quilômetros do Rio de Janeiro, ainda não são como a equipe gostaria, mas todos sabem que é importante relatar no PPP a estrutura atual e definir metas para o futuro. “Fizemos uma pesquisa com gestores, professores e funcionários sobre o que funciona e o que falta para melhorar o nosso atendimento. Temos uma sala de multimeios bem montada, mas nos falta uma sala de informática. Para consegui-la, definimos no PPP que vamos buscar ajuda na Secretaria de Educação”, diz a orientadora pedagógica, Cássia Ravena Mulin de Assis Medel. Também são descritos os recursos pedagógicos e humanos, em especial a formação continuada e os cursos feitos pelos docentes, a fim de acompanhar a atualização profissional.

Estabelecimento de diretrizes pedagógicas

O que são?

Formam o currículo da escola e descrevem os conteúdos e os objetivos de ensino, as metas de aprendizagem e a forma de avaliação, por série ou ciclo e por disciplina.

Por que são importantes?

É baseado nelas que a equipe formula planos para implantar programas e projetos e produz indicadores sobre o impacto das ações. “As estratégias devem ser mantidas ou reformuladas de acordo com os objetivos da escola”, esclarece Regina Célia Lico Suzuki, diretora de Orientação Técnica da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.

Onde buscar informações?

Nos dados de aprendizagem da escola, nos referenciais curriculares de Secretarias estaduais e municipais, nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), nos indicadores de qualidade e no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).

Como fazer?

Esta é uma seção do PPP que deve ser conduzida pela coordenação pedagógica e pelos professores da escola, que mantêm contato mais estreito com as necessidades de aprendizagem dos alunos. Assim, o levantamento sobre a situação atual e o cenário desejável pode começar já no início do processo. Depois, cabe ao coordenador responsável pela pesquisa redigir os objetivos e conteúdos de cada área ou disciplina, bem como as expectativas e metas de aprendizagem por série e ciclo, e compartilhar e ajustar o texto com toda equipe.
Como apresentar no PPP?

Em forma de planilha, contemplando todos os itens (conteúdos, metas etc.) por série ou ciclo e por disciplina.

Quem faz bem feito?

Todo início de ano, a equipe da EMEF Conde Pereira Carneiro, em São Paulo, retoma os registros sobre a aprendizagem dos alunos e os compara com os resultados da rede municipal. Assim, nascem as primeiras propostas para o próximo período, contemplando projetos da Secretaria de Educação e os desenvolvidos pela escola. “Incluímos no PPP o que não consta nas diretrizes da rede. Depois da Prova São Paulo (exame de avaliação da rede paulista), recebemos devolutivas sobre o desempenho dos estudantes. Com base nelas, ajustamos nossas diretrizes e elaboramos materiais didáticos internos para trabalhar os conteúdos essenciais”, destaca a coordenadora pedagógica, Maria da Conceição Marques Ferreira.

Elaboração do plano de ação

O que é?

Lista completa com todas as ações e os projetos institucionais da escola para o ano letivo.

Por que é importante?

Com base em tudo o que foi pesquisado e estudado nas etapas anteriores do PPP, estabelece o que será feito (na prática) em benefício dos processos de ensino e de aprendizagem para atingir os objetivos definidos inicialmente.

Onde buscar informações?

Em projetos que deram certo em anos anteriores, na própria escola ou em outras unidades com as mesmas necessidades de ensino, em livros de didáticas específicas e junto à equipe técnica da Secretaria de Educação.

Como fazer?

Esta parte do PPP deve, em especial, ser debatida com a equipe de gestores e professores. Assim, todos podem opinar sobre os projetos necessários ao processo de ensino e aprendizagem, conhecer o conjunto do trabalho que entrará em vigor na escola e oferecer ajuda e contribuição naquilo que for possível. Ao final dos debates, fica com os gestores a tarefa de redigir o texto que constará no projeto político pedagógico.

Como apresentar no PPP?

Os tópicos necessários em cada um dos projetos descritos são: objetivos, duração, profissionais responsáveis, parceiros, encaminhamentos, etapas e avaliação.

Quem faz bem feito?

À medida que surgem novas demandas, a EM Parque Piauí, em Teresina, revê o plano de ação do PPP e desenvolve projetos específicos. “Houve um período”, conta o diretor, Julinho Silva dos Santos, “em que tínhamos problemas de baixa frequência. Em reuniões de equipe, elaboramos um projeto institucional para acompanhar de forma mais eficaz a presença dos alunos, além da tradicional chamada feita pelos professores. Passamos a entrar nas salas de aula todos os dias e a procurar as famílias.” Também há projetos com ações pedagógicas, como um programa de rádio voltado ao aprimoramento da leitura e da oralidade – que, nos últimos anos, melhorou o desempenho das turmas em Língua Portuguesa e na compreessão dos textos em todas as disciplinas.

Comunicação à comunidade escolar.

O documento final, com trechos de todas as etapas anteriores, deve ser enviado e submetido ao conselho escolar, para que os representantes de todos os segmentos possam sugerir possíveis alterações. Em seguida, o PPP deve ser divulgado a todos – uma cópia fica acessível na secretaria da escola, tanto para consulta como para atualizações ao longo do ano, e uma cópia é entregue à Secretaria de Educação. 

Fonte Nova Escola e Educaja

Refletir a Prática Docente

Para a educadora portuguesa Isabel Alarcão, 
o questionamento deve ser a base do trabalho
 de todos os professores.


"A escola precisa pensar continuamente em si própria, 
na sua missão social e na sua organização".
                                        Isabel Alarcão   

Dizer que o professor precisa refletir sobre seu trabalho não é mais novidade. É possível até afirmar que virou moda, como outras que volta e meia se espalham no meio educacional. Justamente por isso, um perigo, na opinião da educadora portuguesa Isabel Alarcão. Muito comentada mas pouco compreendida, essa idéia pode, segundo ela, se transformar num discurso vazio. "Ser reflexivo é muito mais do que descrever o que foi feito em sala de aula", alerta. O tema chama a atenção de Isabel desde o início da década de 1990, quando conheceu os estudos do americano Donald Schön. Ele defende que os profissionais façam o questionamento sobre situações práticas como base de sua formação. "Só assim nos tornamos capazes de enfrentar situações novas e de tomar decisões apropriadas."

Clique AQUI e leia a entrevista da Doutora Isabel Alarcao concedida à NOVA ESCOLA, nº 154, em São Paulo.
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Isabel Alarcão é Doutora em Educação pela Universidade de Liverpool, na Inglaterra, e vice-reitora da Universidade de Aveiro, em Portugal, ela se dedica à formação docente desde 1974. 
A seguir, os principais trechos da entrevista que concedeu a NOVA ESCOLA em São Paulo.
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Um Projeto de Start para 2012

Neste ano de 2011, vivenciei momentos de muito prazer pedagógico no Ginásio Experimental Carioca Orsina da Fonseca, GEC, mas o projeto que me trouxe expectativas, para o próximo ano letivo, foi o "HQ: Enquadrando o Mundo". A  proposta deste projeto era interdisciplinar, perpassando por temas transversais de grande relevância à juventude atual. O tema ressaltado foi "identidade e valores humanos", mas pretendo dar continuidade, abordando temas como "Sustentabilidade" e "Diversidade Cultural".

 

 Visite o blog do nosso projeto. Ficaremos com mais energia para prosseguir!
:-)


Atenção do aluno dura entre 10 e 20 minutos

De acordo com a educadora americana Tracey Tokuhama-Espinosa, 47 anos, diz que uma das técnicas mais importantes para prolongar o interesse dos alunos, é se apaixonar pela disciplina que leciona.
Segue a entrevista de Tracey publicada pelo jornal Zero Hora,
no dia 18 de julho de 2011.


A senhora afirma que a capacidade de atenção do aluno só dura entre 10 e 20 minutos. Como se chegou a essa conclusão?

A partir de três diferentes fontes de informação: educação, psicologia e neurociência. No viés da educação, era muito clara a observação dos professores de como perdem a atenção dos alunos. Isso foi documentado em estudos. Na parte da psicologia, houve muitas pesquisas relacionando o armazenamento de informações na memória, analisando quanto tempo alguém pode manter uma ideia em sua mente. Isso tudo, mesclado com estudos em neurociência, mostram o tempo máximo e mínimo que uma pessoa pode estar alerta, focada em diferentes informações.

Como o professor deve lidar com isso e agir em sala de aula?

Há técnicas como mudar o foco da pessoa que está em evidência na aula, do professor para o aluno, por exemplo. O professor pode fazer uma pergunta a um estudante, transferindo a atenção. Também se pode trocar o assunto ou a atividade, a fim de superar esse tempo limite de atenção de 10 ou 20 minutos. Como sabemos que não há nenhuma aula de apenas 20 minutos, é preciso trocar constantemente de tema. O professor também pode criar pequenos grupos, mudando a localização dos alunos na sala. É preciso usar essas técnicas de mudar a pessoa, o lugar ou o assunto continuamente, para que esse relógio que conta os 20 minutos recomece sempre, mantendo os estudantes atentos.

Qual é a reação do estudante a um professor que fala 50 minutos sem parar?

Certamente, ele dorme (risos). Há várias reações, não é igual para todos. Depende do interesse que o estudante tem pela matéria, sua motivação interna para estudar esse assunto, sua relação com o professor, com seus conhecimentos prévios. Tudo isso tem uma relação com o tempo que se pode prestar a atenção. Há pessoas que ficam atentas durante 40 minutos porque estão altamente motivadas. Mas há outras na mesma sala que não têm tanto interesse, e perdem a atenção em seguida. Estudos feitos nos anos 60, nos Estados Unidos, indicam que, quando um professor só fala, fala, fala, 24 horas depois, apenas 5% das informações são retidas pelos alunos adultos. É muito óbvio notar, dentro de uma sala de aula, que essa metodologia de ensinar não funciona.

Há uma relação entre a idade e a capacidade de atenção?

Sim, os alunos maiores têm mais capacidade de atenção. Mas o ponto mais importante é que não se pode precisar o tempo de atenção. Isso depende de pessoa para pessoa. Se o aluno está fascinado por um assunto, pode passar horas e horas debruçado sobre ele. Mas, em salas normais, em que os alunos não têm o poder de escolher o que estão estudando, temos de entender que nem todos terão esse nível de motivação. É preciso saber como lidar com as crianças menos interessadas.

E como o professor pode fascinar seus alunos?

Uma das descobertas da neurociência que eu acho mais bonita é uma que chamamos de neurônio-espelho, que tem a ver com empatia. São neurônios que disparam quando veem ou identificam coisas que outra pessoa está fazendo. No momento que um professor está apaixonado pela sua disciplina, isso é contagioso. Mesmo quando o estudante não está muito interessado na matéria, a energia e o entusiasmo do professor podem despertar seu interesse. Um problema que temos nas escolas é que há uma grande quantidade de professores ensinando coisas que não gostam. Os alunos percebem isso, e não vão se sentir inspirados. Professor que gosta do que faz é a chave para provocar interesse do aluno.

Qual o resultado da falta de atenção para a aprendizagem?

Há uma fórmula simples para explicar isso, com dois fatores fundamentais para a aprendizagem: atenção e memória. Se não se tem atenção, não se tem memória. Se não se tem memória, não se tem aprendizado. Se não mantivermos os alunos com um bom nível de atenção, não haverá aprendizagem. A consequência é grave.

Dicas aos professores

Educadora

"Se não se tem atenção, não se tem memória. Se não se tem memória, não se tem aprendizagem. Se não mantivermos os alunos com um bom nível de atenção, não haverá aprendizagem."

- Mude o foco da pessoa que está em evidência na aula, do professor para o aluno, por exemplo. O professor pode fazer uma pergunta a um estudante, transferindo a atenção.

- Crie pequenos grupos, mudando a localização dos alunos na sala de aula.

- Professor que gosta do que faz é a chave para provocar interesse do aluno. Mesmo quando o estudante não
está muito interessado na matéria, a energia e o entusiasmo do professor podem despertar seu interesse.

- É preciso trocar constantemente de assunto.



O que é Benchmarking?


Benchmarking é um processo contínuo de comparação dos produtos, serviços e práticas empresarias entre os mais fortes concorrentes ou empresas reconhecidas como líderes. É um processo de pesquisa que permite realizar comparações de processos e práticas "companhia-a-companhia" para identificar o melhor do melhor e alcançar um nível de superioridade ou vantagem competitiva. 


A empresa interessada em implantar benchmarking deve analisar os seguintes fatores: ramo, objetivo, amplitude, diferenças organizacionais e custos, antes da definição ou aplicação do melhor método, pois cada empresa individualmente tem as suas necessidades que devem ser avaliadas antecipadamente à aplicação do processo.



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