Teatro do Oprimido: pedagogia teatral decolonial?


O artigo propõe uma investigação bibliográfica de análise reflexiva sobre a pedagogia decolonial e o Teatro no contexto escolar, para além das convenções modernas/coloniais. Se justifica por ampliar os estudos do Teatro do Oprimido na educação formal. Seu objetivo é situar essa metodologia teatral no campo das pedagogias decoloniais e verificar como ocorre as abordagens pedagógicas deste método no cotidiano das escolas. O texto se organiza em três momentos articulados: estruturas epistemológicas que sustentam o discurso da decolonialidade; reflexões sobre a noção de pedagogia decolonial; e a proposta de considerar o Teatro do Oprimido uma pedagogia decolonial. Como fontes primárias utilizamos referenciais acerca do Coletivo Modernidade/Colonialidade e a Interculturalidade Crítica em diálogo com bibliografias referentes ao Teatro do Oprimido.

Acesso o ARTIGO no link abaixo

https://periodicos.ufjf.br/index.php/revistainstrumento/article/view/30311

Referência

ARAUJO, Lindomar da Silva, Teatro do Oprimido: pedagogia teatral decolonial? Instrumento: Rev. Est. e Pesq. em Educação, Juiz de Fora, v. 23, n. 1, p. 22-41, jan./abr. 2021


Artigo no IV CONEPI – 2020

Retomada do Jogo teatral: 
um possível paradigma de avaliação

Apresentação de Pôster no IV CONEPI - Congresso Nacional em Educação e Práticas Interdisciplinares, no ano de 2020.

RESUMO 

O trabalho apresenta investigações teóricas sobre a avaliação no ensino do Teatro em contexto escolar. Desenvolve um diálogo reflexivo, considerando a avaliação formativa na perspectiva da educação formal. Aponta diferentes processos de avaliação pela linguagem do Teatro, atribuindo aos jogos teatrais o papel de objeto de referência às reflexões e análises. Indaga sobre a possibilidade de um paradigma de avaliação nas abordagens do ensino de Teatro e desenvolve a viabilidade da existência desse paradigma nas práticas de avaliação teatral.

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Como referenciar este artigo:

ARAUJO, Lindomar da Silva. Retomada do Jogo teatral: um possível paradigma de avaliação. In: MAMEDES, Rosilene Felix; RODRIGUES, Hermano de França (Org.). Anais eletrônicos [...]. IV Congresso Nacional de Educação e Práticas Interdisciplinares. ISBN 978-65-5886-003-7.  Contato Edições, p. 2148-2153. João Pessoa, PB. 2020. Disponível em: <https://contatosempreendimentos.com.br/site/anais-iv-conepi-2020/> Acesso em: 0 mês. 202?.


Núcleo de Arte: território de fissuras decoloniais - E-Book


 
 

O artigo, apresentado no VI CONEDU, investiga práticas cotidianas no campo das Artes Cênicas e em outros processos, que fazem intercessões com os saberes do Teatro, se apresentando em três momentos integrados: um breve contexto sobre a colonialidade do poder, com seus padrões de dominação e controle na estrutura social; descortinar indicativos sobre modos e características de um currículo decolonial; e propõe-se identificar e analisar perspectivas decoloniais em abordagens pedagógicas no Núcleo de Arte Avenida dos Desfiles.  

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Como citar o artigo: 

 ARAUJO, Lindomar da Silva. Núcleo de Arte: território de fissuras decoloniais. In: CASTRO, Paula Almeida (Org). Avaliação: Processos e Políticas. 3 v. – 1940 p. (1179-1197). ISBN 978-65-86901-08-5. Campina Grande: Realize eventos, 2020. Disponível em:  <https://professorlindomar.blogspot.com/2020/07/nucleo-de-arte-territorio-de-fissuras.html>. Acesso em: dia Mês. Ano. 

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Afinal, é DEcolonial ou DEScolonial?

Lindomar da Silva Araujo[1]

        Nos estudos sobre a colonialidade do poder, que têm grande parte dos seus referenciais teóricos ancorados nas ideias do Grupo Modernidade/Colonialidade/Decolonialidade, representado por autores como Walter Mignolo (2017), Anibal Quijano (2005) e Henrique Dussel (2005), dentre outros, encontramos constantemente uma alternância na grafia do termo “descolonial/decolonial”. Tal variação causa estranhamento, por aparecer de forma constante, levando o leitor a realizar interrupções reflexivas no curso da leitura, para analisar a partícula “de/des” no contexto. Essa dúvida semântica também mobiliza reflexões e diálogos sobre as implicações provocadas pela matriz colonial do poder, que não cessa suas investidas avassaladoras, para dominar, explorar e gerar conflitos, num processo articulado de constante avanço pelo mercado capitalista.

        Segundo Catherine Walsh (2013), as reflexões acerca dessa grafia e todo o significado que ela carrega, iniciou-se em 2004, quando a própria pesquisadora argumentou sobre a necessidade de subtrair o “S” do prefixo “des”, passando o termo descolonial à decolonial. Sua intenção era, e ainda é, fazer entender que a supressão do “des” pode indicar um desprendimento ou deslocamento definitivo do projeto moderno/colonial. Ou seja, ao retirar o "S" partícula “des”, ela tende passar a ideia de que é possível desfazer ou desconstruir algo; nesse caso, como se tomasse o colonial de assalto e o modificasse de imediato.

        O colonial nunca termina, pois apresenta-se como o monstro Hidra, de Lerna, segundo Walsh (2013), que ao ter a sua cabeça cortada, cresce-lhe imediatamente uma outra. Dessa forma, a matriz colonial/moderna avança por diferentes frentes, controlando os sujeitos nos diversos espaços de convivência social e de experiências relacionadas ao trabalho, ao sexo, à subjetividade/intersubjetividade, à autoridade coletiva e à natureza.

         Logo, é inviável se pensar a colonialidade/modernidade simplesmente numa perspectiva linear, ocidental. Como argumentou Walsh (CANDAU, 2018): “[...] não é possível, num momento estar colonizado e noutro descolonizado; o pensar descolonial é uma simplificação perigosíssima”. E, em outro momento, Walsh (2013), acrescenta que:

            [...] Suprimir o "s" é uma opção minha. Não é promover o anglicismo. Pelo contrário, pretende marcar uma distinção com o significado em castelhano do "des" e o que pode ser entendido como um simples desarmar, desfazer ou reverter do colonial. É dizer, passar de um momento colonial a um não colonial, como que fosse possível que seus padrões e traços deixassem de existir. Com este jogo linguístico, tento pôr em evidência que não existe um estado nulo da colonialidade, senão posturas, posicionamentos, horizontes e projetos de resistir, transgredir, intervir, in-surgir, criar e incidir. O decolonial denota, então, um caminho de luta contínuo no qual se pode identificar, visibilizar e alentar "lugares" de exterioridades e construções alter-(n)ativas. (WALSH, 2013, p. 24-25, tradução nossa).

        Em seminário na Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ, Catherine Wash (CANDAU et al., 2018) declara que “não importa como escrevemos, mas como fazemos. É uma ação, é um verbo: decolonizar ou descolonizar”. A autora entende que o importante é como realizar o embate diante do poder colonial e lutar frente a colonialidade do poder, do saber e do ser.

 

REFERÊNCIAS

CANDAU, Vera et al. O que é a Pedagogia Decolonial? II Seminário de formação política do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas, Movimentos Sociais e Culturais. Rio de Janeiro: Canal: TV UERJ, 2018. Vídeo. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=pw8MqYauzc0> Acesso em: 20 Mai. 2020.

DUSSEL, Enrique. Europa, modernidade e eurocentrismo. In: LANDER, Edgardo (org).  A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales, 2005. p. 24-32. Disponível em: <http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/> Acesso em 20 Mai. 2020.

MIGNOLO, Walter. Colonialidade: O lado mais escuro da modernidade. Revista Brasileira de Ciências Sociais. Vol. 32 n° 94 junho/2017. Disponível em < https://doi.org/10.17666/329402/2017> Acesso em: 16 Abr. 2019.

QUIJANO, Anibal. Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina. In: LANDER, Edgardo (org). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales, 2005. Disponível em: <http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/clacso/sur-sur/20100624103322/12_Quijano.pdf> Acesso em: 20 Mai. 2020.

WALSH, Catherine. Pedagogías decoloniales: prácticas insurgentes de resistir, (re)existir y (re)vivir. Tomo I. Quito_Ecuador: Ediciones Abya-Yala, 2013.


[1] Doutorando e Mestre em Artes Cênicas (UNIRIO). Professor de Artes Cênicas na Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Diretor do Núcleo de Arte Avenida dos Desfiles (SMERJ).



¿Podemos pensar los no-europeos? Ética decolonial y geopolíticas del conocer

PODEMOS NÃO-EUROPEUS PENSAR?: ÉTICA DECOLONIAL E GEOPOLÍTICAS DO CONHECER: PREFÁCIO


Autor: Walter Mignolo

Tradução: Lindomar da S. Araujo



O “desprendimento” é o nome que reúne diversos ensaios guiados pela ideia do frequente abandono das formas de conhecer que nos sujeitam e modelam ativamente nossas subjetividades pelas fantasias e ficções modernas. O relato da modernidade com sua carga semântica e retórica de progresso impulsiona o consumo, se esforça para manter a ideia de que a história é única e desemboca na ontologia de que a ideia de modernidade é construir; desloca e complementa a felicidade cristã com a felicidade terrena de consumo. Por isso o propósito é a perpetuação de subjetividades modernas devotas do consumo, cuja única liberdade consiste em eleger obrigatoriamente aos governantes que seguiram sujeitados à ideia de que a economia é a ciência do existente, do que existe, e que o signo do cumprimento de uma vida moral e exitosa é a acumulação de riqueza, mercadorias e propriedades.

Para três quartos do mundo o mercado não é um lugar onde se “consome” o salário, mas sim um lugar de encontro, de sociabilidade, de intercâmbio, em comunidades onde se trabalha para viver e não se vive para trabalhar e consumir. A necessidade de nos “desprendermos” de tais ficções naturalizadas pela matriz colonial de poder é a teoria que o pensar descolonial converte em projeto e processo.

A modernidade produz feridas coloniais, patriarcais (normas e hierarquias que regulam o gênero e a sexualidade) e racistas (normas e hierarquias que regulam a etnicidade), promove o entretenimento banal e narcotiza o pensamento. Por isso, a tarefa do fazer, pensar e estar sendo descolonial é a cura da ferida e do vício da cruel compulsão de “querer ter”, nos desprendermos das normas e hierarquias modernas é o primeiro passo para nos refazermos. Aprender a desaprender para re-aprender de outra maneira, é o que nos ensinou a filosofia de Amawtay Wasi.

Os volumes que publicamos não são escritos “sobre o tema”, mas o que eles estão fazendo: fazem o que se tá pensando e não mais um estudo de algo. É uma maneira de estar sendo frente a compulsão de querer ser/ter. O pensar e fazer descolonial, base do desprendimento, não é tão pouco um pensamento para “aplicar” (subsidiário da distinção teoria e práxis), mas é o ato mesmo de pensarmos fazendo-nos, de modo diagonal e comunitário. Não é um método, mas uma via, um caminho para refazermos a busca de formas de viver e de (nos) governar en que não vivamos para trabalhar/produzir/consumir, mas que trabalhemos para con-viver. As dificuldades que os estados e as corporações põem em marcha desses projetos e processos não devem ser ignorados nem tão pouco nos rendermos diante deles.

A crise da modernidade está no que o ocidente (e.g., Estados Unidos e o coração da União Europeia) já não controla a matriz colonial de poder. Não obstante, a disputa pelo domínio da matriz (o acesso econômico e político da China e da Rússia, junto com os estados BRICS) reproduz a colonialidade ao mesmo tempo que disputa o seu controle. Entre os esforços por re-ocidentalizar o mundo, por um lado e a irrefreável desocidentalização na esfera dos estados e corporações, por outro lado, se estende a emergente força política, ética e epistêmica da sociedade política global com projetos à margem dos estados e corporações. À margem não quero dizer afora, mas nas bordas. Daí a necessidade urgente do desprendimento em suas múltiplas manifestações arraigadas em histórias locais e a inevitável urgência de habitar e pensar nas fronteiras.

Quando Hamid Dabashi publicou seu artigo em Al-Jazeera, intitulado “Podem pensar os não-europeus?”, se referia a atualidade da diferença colonial epistêmica e ontológica em que se sustenta a geopolítica e correspondente a ética moderno/colonial do saber. Este volume ecoa a validade atual da questão, traduzindo e trazendo textos chaves do debate iniciado por Hamid Dabashi em Al-Jazeera, em janeiro de 2013, mas também oferecendo-se como uma resposta necessariamente polifônica e inacabada, que esboça as orientações de uma ética decolonial.


BIBLIOGRAFIA

MIGNOLO, walter. ¿Podemos pensar los no-europeos?: ética decolonial y geopolíticas del conocer. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Del Signo, 2018. p. 07-09.



Núcleo de Arte: Território de Fissuras Decoloniais

VI CONEDU - ANAIS
https://www.editorarealize.com.br/revistas/conedu/anais.php
V. 1, 2019, ISSN 2358-8829

NÚCLEO DE ARTE: TERRITÓRIO DE FISSURAS DECOLONIAIS
Autor
 LINDOMAR DA SILVA ARAUJO 
Orientação
 ADILSON FLORENTINO DA SILVA

O artigo resulta de análises reflexivas sobre ações pedagógicas, localizadas no espaço de extensão escolar da rede municipal de ensino carioca, denominado Núcleo de Arte, em diálogo com os estudos bibliográficos aprofundados no percurso da disciplina “Epistemologias Decoloniais e Saberes em Trânsito na Pesquisa Teatral”, da Pós-graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. O recorte da investigação se refere a práticas cotidianas no campo das Artes Cênicas e em outros processos, que fazem intercessões com os saberes do Teatro. O corpo narrativo da pesquisa contextualiza a colonialidade do poder, com seus padrões de dominação e mecanismos de controle na estrutura social, buscando descortinar indicativos sobre os modos e as características de um currículo decolonial, de forma a lastrear o estudo. No curso das investigações, identifica e analisa perspectivas decoloniais em abordagens pedagógicas, para descobrir e apontar pensamentos “outros” existentes no currículo pensadopraticado no Núcleo de Arte Avenida dos Desfiles.

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Artigo: Teatro do Oprimido: uma revolução crítica para a cidadania social


Preocupado com a emancipação dos sujeitos para a cidadania social, Lindomar da Silva Araujo articula as concepções metodológicas do Teatro do Oprimido com as propostas epistemológicas de Boaventura de Souza Santos, no enfrentamento da crise paradigmática da modernidade. Essa revolução no fazer teatral, enquanto linguagem de caráter crítico-social, atua nas potencialidades de reinvenção de trajetos emancipatórios, que ultrapassem a ordem do colonialismo, demonstrando as possibilidades estético-políticas para o campo da educação.

http://www.ppgac.tea.ufba.br/wp-content/uploads/2018/12/cad_gipe_cit-40.pdf?fbclid=IwAR1EGWWjbBZ6fAbEeuQA6cEcIIYbZQaI4w6u3TxrTeiwH-exARp3QYO-T-Y




Defesa de Dissertação de Mestrado

Mestrado em Ensino das Artes Cênicas


A defesa do meu Mestrado no PPGEAC/UNIRIO foi um dia especial e marcante na minha vida (27/08/18), quando pude legitimar academicamente minha profissão de Professor/Mestre. O fechamento de um ciclo de muito trabalho, com investigações teórico-práticas.


Um momento para apresentar os pontos principais da minha pesquisa e das descobertas realizadas. Evidente, que estar diante de três Doutores sob julgamento é tendo, no entanto enobrece cada palavra do discurso.


Sou muitíssimo grato aos olhares cirúrgicos e afetuosos da banca formada por meu orientador Professor Dr. Adilson Florentino,  Professora Dra. Liliane Mundim e Professor Dr. Licko Turle.



Ao final, ser aprovado com louvor e com indicação à publicação, foi tudo de bom...




A alegria do fim, que projeta novos caminhos, com os Doutores
Licko, Adilson e Liliane.


Minha querida irmã Marlene, meu orientador Adilson 
e meu querido Vandeler.


Eu, Mayra Alves, Elizabeth, Alessandra Garcia, 
Licko Turle, Lêda Aristides e Liliane Mundim.


Eu e meu querido sobrinho Diogo, Doutor em Geografia.


Meus amigos Inês Resende e Niverton Antunes. 
Parte desse meu caminhar.

Ale, nesse momento tb mestranda. Eeeeee!

Convidadas do meu orientador, 
Atrizes e estudantes de Teatro na Unirio.


A recepção que preparei com carinho. ;-)




Em 2017, eu e meus queridos alunos mergulhamos nos códigos da linguagem de videoclipe e elaboramos quatro curta metragens musicais, num formato de criação colaborativa.
Os próprios estudantes compuseram as letras, mixaram as bases das músicas e se distribuíram pela equipe técnica e artística para a realizar as gravações.
Foi um trabalho rico e emocionante.

 Imagens do processo de criação

Videoclipes finalizados

Videoclipe "Sem violência, sem preconceito", criado e produzido pelos estudantes do 9º ano.



Videoclipe "Educação", criado e produzido pelos estudantes do Grupo G3 (7º e 8º anos), do Ateliê de Mídias.


Videoclipe "Olha como está o mundo", todo elaborado pelos estudantes do Grupo 01, do Ateliê de Mídias.


"Viva a Amizade" é o videoclipe criado pelo Grupo 01 (7º e 8º anos) do Ateliê de Mídias.

Visitem também os nossos blog de Projeto de Vida e Mídias:
http://projetodevidagea.blogspot.com/ 

https://atelieoutrasmidias.blogspot.com/

Artigo - Alfabetização e Jogos Teatrais



ALFABETIZAÇÃO NO JOGO DA ARTE

 Lindomar da Silva Araujo[i]
           Este artigo apresenta um estudo reflexivo e bibliográfico acerca da alfabetização e suas perspectivas pedagógicas em diálogo com a arte-educação, mais especificamente com o ensino do Teatro, pela prática dos jogos de improvisação teatral. Sua relevância encontra-se no cenário atual da educacional formal, que aponta a necessidade de liquidar com o déficit de aprendizagem, inclusive no nível da alfabetização. O problema de defazagem escolar se arrasta por décadas e com as constantes crises sociais e políticas, resultantes da globalização, vem se agravando. É perceptível os esforços dos governantes e da sociedade civil em vencer os constantes obstáculos, que se estabelecem frente aos processos de alfabetização.
           Refletimos, neste artigo, a articulação de alfabetização pelo ensino da Arte, mais especificamente pela pedagogia do Teatro, intervindo na fissura que se forma na polarização de tendências pedagógicas e práticas metodológicas existentes nas práxis de professores e professoras que atuam neste segmento escolar. Apontamos, primeiro, algumas especificidades do jogo de improvisação teatral e, em seguida, algumas prospecções relativas ao trabalho integrado entre alfabetização e jogo teatral.


Este artigo foi pensado para o  projeto ALFARTE.




[i] Professor de Artes Cênicas na Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Mestrado em Ensino das Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. E-mail: plindomar@hotmail.com



Referência deste Artigo:
ARAUJO, Lindomar da Silva. Alfabetização no jogo da Arte. Rio de Janeiro: Blog professorlindomar, 2018. Disponível em: http://professorlindomar.blogspot.com/ Acesso em: __/__/__.


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