Quando o ódio dominar não vai sobrar ninguém, O mal que você faz reflete em mim também.. respeito é pra quem tem.. pra quem tem...
Exerça a cidadania!

Telefone: 127
(Nº do MP para denúncia - tarifa de ligação local)
Exerça a cidadania!
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Não existe manual para educar um aluno deficiente, é preciso parcerias, o trabalho em equipe é facilitador no ensinar e aprender deste aluno. Vem do Iluminismo o modelo de educação formal sistematizada que temos hoje, com padrões de aprendizagens hermetizantes, e muitas vezes descontextualizadas, deixando a margem aqueles que não se enquadram no sistema de ensino proposto. O professor atual ainda vem sendo formado num modelo disciplinar preestabelecido e hierarquizado, sendo diversos os conflitos que envolvem o ensinar e aprender no cotidiano escolar, principalmente ao se deparar com um aluno deficiente em sua classe. O essencial é abrir a porta do coração e as janelas da consciência, percebendo que o mundo é composto de diferentes seres, vidas, humanos. Todos somos diferentes e com diferentes limitações, umas externas, outras internas. Tremores, tiques, inércias, babas e gritos podem ser superados gradativamente por nós, que mantemos nossas limitações e inquietações na intimidade do nosso ser, precisamos dar as mãos aos excluídos e mostrar-lhes o caminho que os levam ao exercício da cidadania. Para a prática de uma educação inclusiva é necessário identificar e exaltar as habilidades do sujeito, evitando a exposição gratuita de suas dificuldades. É importante agir de forma positiva em consonância com o seu discurso diante do aluno e buscar conhecê-lo verdadeiramente, percebendo o que ele tem de bom, sendo assim, afetando-o (de afeto) de forma intensa alcançando a confiança de seu responsável, que será o maior parceiro no processo de ensino-aprendizagem. Ser diferente não é ser incapaz. É ter limites em determinadas direções. É por aí que o educador vem possibilitar novos caminhos, outros horizontes, partindo de suas poucas habilidades, porém muitas vezes “brilhantes”.
Algumas semelhanças!!!!
Estamos na era tecnológica, em pleno dilúvio das informações, com laptops chegando às mãos dos alunos, os waps de seus celulares a disposição, lan houses, etc... será que continuaremos achando que detemos o poder/saber? Não seria a hora de “acordarmos” e sacudirmos os colegas docentes que insistem em tirar mais uma sonequinha, sonhando com a escola que serviu para a sua realidade? Sim meus colegas docentes, agora me distancio e vou a luta, porque acredito na construção do conhecimento, pela (re)construção da subjetividade. Quero me transformar, transformar meus alunos, e dentro dos meus sonhos, transformar o mundo. Se quiser me acompanhar aguardo você neste caminhar é só virar a página e me chamar para escrevermos um hipertexto de nossas ações docentes.
Minhas sementes!
Deixe seu comentário abaixo. Assim poderei produzir coisas melhores. Muita Paz!!! Lindomar.
(Foucault, em memória)
Eu e os alunos do PEJA, percebemos que a partir do momento que passamos a utilizar as Novas Tecnologias em nossas aulas, muitos começaram a se interessar pelas aulas e, inclusive, alguns resolveram convidar amigos de outras turmas para assistir a aula com eles. Pierre Lévy aborda muito bem este fascínio pelo virtual e acrescenta que as tecnologias não irão desaparecer, mas se transformarem em outras mais refinadas. Educadores!!! Mais uma vez: lutemos!!! Nos tornemos cavaleiros medievais e partamos para a batalha contra esses dragões, que os burocratas menos sonhadores insistem em chamar de moinhos. Muitos afirmam que estamos na “era de aquário”, precisamos navegar, mesmo que neste espaço pareça impossível. Precisamos ser flexíveis como a fluidez da água límpida.
"Aos esfarrapados do mundo e aos que neles se descobrem e, assim descobrindo-se, com eles sofrem, mas, sobretudo, com eles lutam."
Paulo Freire
Deixe seu comentário e faça o Lindomar mais feliz!!! kkk
Será precisa mudar?